terça-feira, 26 de abril de 2011

orar e saber escutar.

                                       ORAR É SABER ESCUTAR

“Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui; se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar vaidade.” Isaías 58:9

Repetidas vezes a Bíblia Sagrada regista o apelo de Deus clamando: “Escuta ó Israel!” Se é verdade que a oração é falar com Deus, não é menos verdade que orar é escutar. E se na nossa vida espiritual acontecem, infelizmente, tantos fracassos, deve-se essencialmente ao fato de sermos nós a tomarmos as iniciativas sem procurarmos com sinceridade de coração ouvir Deus.pesquizei muito sobre orar, vi o quanto somos fracos aguardando a palavra de um Profeta, coisas do passado na verdade, porque a resposta esta em Deus, atraves do seu amado Filho Jesus Cristo, chega de espera no homem comum a resposta e a partir de hoje, Ore e aguarde a Resposta que vem do Senhor Jesus cristo.veja Bem?

Em 1989, quando Michael Chang vencia o torneio de ténis de Roland Garros, dizia perante as câmaras da televisão sem a mínima relutância: “Todo o mérito do que me acontece pertence a Jesus Cristo. Confio n’Ele em todas as coisas. Todos os dias oro e leio a Bíblia. Depois, procuro seguir a Sua voz!”

Que testemunho extraordinário de um jovem que ama Jesus e procura escutar Deus na oração e na leitura da Sua Palavra. Realmente, é espantoso o testemunho de calma e de ética que ele dá perante todos os seus adversários. Certamente nem sempre o seu estado de espírito é condizente com o seu comportamento equilibrado, mas ele procura seguir os conselhos da Voz de Deus. Isso é o mais importante, não ele, mas Cristo nele.

Escutar Deus é dar mais importância àquilo que Ele tem a dizer do que ao que nós dizemos. Um princípio do bom ouvinte é saber colocar de parte todas as afirmações e súplicas, todas as tristezas e lamentos, para se concentrar n’Aquele que tem a resposta e a solução do problema.

Não há oração se não houver adoração, e como pode uma oração ser verdadeiramente um acto de adoração, se não for antes um acto de escuta?

Escutar Quem Ele é, estar consciente da Sua divindade, e de que Ele é o Soberano do Universo, o Deus Todo Poderoso, Omnisciente e Omnipresente e, particularmente, que é nosso Pai!

O erro mais frequente na oração é, sem dúvida, estarmos tão preocupados com o que dizemos, concentramo-nos de tal maneira em nós, no que nos preocupa, que nos esquecemos a Quem estamos a falar. E quando isto acontece, não há oração mas monólogo. Isto é, falamos para nós próprios, a nossa oração não passa do espaço que nos permite a escuta do que dizemos, por isso ela não atinge o Trono de Deus, porque não é n’Ele que estamos projectados, mas em nós.

Não significa isto que a oração pronunciada nestas condições não revele sinceridade e emoção, lágrimas até, mas falta-lhe a convicção, a visão. Concentramo-nos no que nos provoca o sofrimento, mas não no Senhor que o cura. Satanás regozija-se com esta situação.

Fixemos o nosso pensamento nas seguintes palavras do Senhor Jesus, pronunciadas na Sinagoga de Nazaré: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, e enviou-me a curar os quebrantados do coração.” Lucas 4:18.

Não são os sofrimentos físicos os mais difíceis de suportar, mas os sofrimentos alojados no coração, na alma, na consciência. Esses dão origem a muitas doenças psicossomáticas e em muitos casos só Jesus é realmente a solução. Mas a solução passa por saber escutá-l’O. Por isso devemos terminar este momento de reflexão pronunciando o Nome do que cura. O apóstolo Paulo diz: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” I Timóteo 3:5.

Perolas de um Lider.



                                                       PENSE IGUAL A DEUS
Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais (Jeremias 29.11).
Muitas vezes, por não entendermos o valor dos nossos pensamentos, deixamos nossa mente pensar negativamente. No entanto, quando agimos dessa forma, damos ao diabo o controle dessa “usina de força”. Se ela trabalhar de modo errado, produzirá energia ruim, a qual nos causará danos. Por outro lado, pensar no que é bom fará com que nossos problemas, em sua maioria, sejam solucionados. É de muita valia entender que aquilo que somos hoje é o que pensamos ontem; e seremos amanhã o que, hoje, imaginamos. Então, quem tem pensamentos negativos não conseguiu ainda se libertar do velho homem e vive sob a direção do espírito do erro, que, no passado, conduzia-o segundo os próprios desejos (Efésios 4.17-22; Romanos 6.21). É na mente que o diabo instala seu controle para levar o homem a fazer aquilo que não agrada a Deus. Sendo assim, nossa mente deve estar ocupada com boas coisas para o nosso bem e o do próximo.
Mesmo sabendo que somos imperfeitos e sujeitos a tentações e erros, Deus pensa coisas agradáveis a nosso respeito. Por isso, ao imaginarmos que não conseguiremos enfrentar uma dificuldade e considerarmos que algo está além da nossa capacidade, estamos tirando o Senhor do comando e colocando o inimigo para nos dirigir, uma vez que pensar de modo negativo dá ao adversário o controle desse fantástico gerador. Quem, por exemplo, vive com a mente na sensualidade e nos demais pecados da carne, invariavelmente, fica preso às garras da prostituição (Provérbio 23.27).
A energia produzida pela mente pode ser boa ou má, depende da nossa vontade. O apóstolo Paulo ensinou que só devemos pensar no que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama, naquilo que há alguma virtude ou algum louvor (Filipenses 4.8).
Como a condição do povo de Deus melhoraria em todos os sentidos se ele assumisse as orientações do Santo Espírito, dadas por Paulo. Pensar no que não presta produz energia má, que causa grandes sofrimentos. No entanto, quem treina a mente a pensar no que é bom desenvolve um potencial maravilhoso para enfrentar os obstáculos e vencê-los, fazendo com que a própria pessoa se admire ao ver que entre ela e os vencedores não existe diferença.
Pensando positivamente, como a Palavra de Deus orienta, a maioria de seus problemas deixará de existir.
Então, comece a pensar como o Senhor ensina. O Altíssimo sabe que somos imperfeitos e sujeitos às tentações, porém, Ele não pensa em fracasso nem Se deixa levar pelo pessimismo. Para o Pai, você não pode desperdiçar o dom que Ele lhe deu e cair no pecado. Ao contrário, Ele crê no fato de que, com o poder dEle, você sairá vencedor de qualquer situação difícil. Então, o que você diz?

                                  A SUA FÉ COLOCA DEUS EM AÇÃO
Treme, terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó, o qual converteu o rochedo em lago de águas; e um seixo, em manancial (Salmo 114.7,8).

O mundo tem vivido em meio a muita religiosidade, e isso não é bom, pois muitos ainda precisam converter-se ao verdadeiro Deus e crer nEle, para que Ele transforme rochedos em lagos de águas – povos secos, insensíveis à verdade, em adoradores do Senhor.

O que Deus está por fazer é grandioso: Ele quer transformar um seixo em manancial. No entanto, se não abrirmos os olhos, estaremos praticando uma religião morta, igual às demais (Tiago 1.26,27). A nossa fé deve estar firmada no Senhor verdadeiramente. Temos de ser um povo que santifica Seu Nome diante dos perdidos, por isso, não nos podemos conformar com a situação, achando que as coisas são assim mesmo. Temos de fazê-las ser como a Bíblia diz que são.

A Palavra do Senhor declara que a glória da última casa será maior do que a da primeira (Ageu 2.9). Assim, a terra tremerá na presença divina (Isaías 11.9; Habacuque 2.14). Então, colecionar derrotas, aceitar fracassos e encontrar desculpas para tudo de ruim que nos acontece são sinais de que perdemos o ministério de adoradores de Deus e passamos a ser religiosos.

O que acontecia no passado tem de ocorrer hoje. A terra precisa tremer diante do povo do Senhor, pois o Altíssimo é o mesmo hoje, como o foi nos tempos bíblicos. Ele não muda, e Seus milagres devem ocorrer em nossos dias (Hebreus 13.8; João 14.12), porque temos o Nome de Jesus para usar contra qualquer mal que, porventura, tente atacar-nos. Não podemos aceitar que obstáculos nos separem da bênção e nos entreguem nas mãos do inimigo. Como Moisés feriu as águas do mar Vermelho, nós, igualmente, podemos fazer o mesmo. Diante da nossa marcha de fé, o Jordão também se tornará seco (Êxodo 14.21ss; Josué 3.14-17).

Tenho certeza de que o Todo-Poderoso sente saudade daqueles que criam nEle e, por isso, levavam-nO a operar em seu favor. No entanto, onde estão os Moisés de hoje? Quem intercede pelos que não têm água para beber e pão para comer? O Senhor deseja curar os enfermos, tal qual fazia durante o ministério de Jesus na terra. Ele quer expulsar os demônios, que destroem os lares, enlouquecem as pessoas e as levam à falência, ao vício e a todo tipo de erro (1 João 3.8).

Quem se dispuser a fazer a obra divina verá o Onipotente agindo e respondendo às suas orações. Por outro lado, quem diz que, atualmente, o Senhor não faz mais milagres não conhece as Escrituras. A Palavra declara que a glória da última casa será maior do a da primeira. Então, em nossos dias, também veremos o Deus de milagres em ação.

Você pode testemunhar a operação do Senhor em sua vida hoje, se crer, pois a sua fé põe o poder de Deus para agir. Só assim a terra tremerá diante do Senhor.

domingo, 24 de abril de 2011

FINAIS DO TEMPO, A LUZ DA BIBLIA.

OS SINAIS SÃO CADA VEZ MAIS...

INTRODUÇÃO: Mateus 24:6-8 1. O sermão profético de Jesus aborda a proliferação das tragédias mundiais. 2. O sermão profético de Jesus deveria interessar a todos os verdadeiros cristãos. 3. O sermão profético de Jesus esclarece o tempo em que estamos a viver: o fim do mundo!

I. GUERRAS E RUMORES DE GUERRAS – Mateus 24:6-7

1. Depois das duas grandes guerras mundiais, rumores de guerras, guerras e terrorismo têm aumentado em proporções incalculáveis.

2. Depois de 1914 a intensidade dos sinais bíblicos do fim tem-se intensificado assustadoramente.

3. Desde então, os seres humanos deveriam ter buscado com mais intensidade o conhecimento do Príncipe da Paz, que é Jesus.


II. GRANDES TERRAMOTOS ASSINALAM O FIM DO MUNDO – Mateus 24:7-8

1. Depois de 1960 segue-se uma lista dos 4 maiores terramotos da história:

a) 22 de Maio de 1960, no Chile, 9,5 graus na escala Richter.

b) 28 de Março de 1964, Alasca – EUA, 9,2 graus na escala Richter.

c) 26 de Dezembro de 2004, Sumatra, 9,1 graus na escala Richter.

d) 11 de Março de 2011, Japão, 9,9 graus na escala Richter.

2. Quem analisa, percebe que a quantidade e intensidade dos terramotos atuais nunca foram sentidas antes na história.

3. Depois disso os terramotos deveriam servir para sacudir os seres humanos de todos os lugares, a fim de que acordem da letargia espiritual em se encontram.

III. GRANDE AUMENTO DA MISÉRIA – Mateus 27:7-8

1. Com o aumento da população mundial automaticamente aumenta a fome e a miséria das pessoas em todos os lugares. O nosso planeta está a ficar lotado. A população mundial deve chegar aos 7 biliões em meados do 4 trimestre de 2011, de acordo com um relatório da ONU. A maior parte desse crescimento acontece nos países mais pobres da Ásia e África. A população mundial atingiu os 6 biliões em 1999. O primeiro ponto da agenda do G.20 é a economia. O segundo é a alimentação: questiona-se que mais 90% da população terão que eliminar a palavra “jantar”

2. Com o aumento da população mundial, em 2009 a fome alcançou um recorde histórico com 1,2 milhões de pessoas passando fome. A cada 24 horas mais de 100.000 pessoas morrem de fome no mundo. Dos quase 7 biliões de habitantes mais de 4 biliões vivem abaixo da linha de pobreza.

3. Com o aumento da fome física deveria aumentar a fome espiritual de cada pessoa que vive neste mundo que vai de mal a pior. IV. GRANDE CRESCIMENTO DE EPIDEMIAS EVIDENCIA


O FIM DO MUNDO – Mateus 24:7-8

1. Com a destruição causada pelas guerras e pelos terramotos e tsunamis aumenta grandemente as epidemias: “Nação contra nação”: v. 7

a. É verdade que este texto refere em particular o período 31 a 70 d.C., como um período de calamidades. Estas palavras do Senhor cumpriram-se literalmente na queda de Jerusalém. Certamente que as pestes, terramotos, vulcões como o que atingiu no ano 69 Pompeia, foram seguramente, entre tantas outras calamidades avisos que o Senhor deixou para que o Seu povo tivesse prevenido. O versículo 8, refere que seriam o “princípio das dores”. Õdin, dor de parto. Como seriam e serão estes acontecimentos a cumprirem-se no final do tempo?

b. Uma pandemia é uma epidemia que se espalha à escala global, podendo causar a morte de milhões de seres humanos. A maior pandemia da história foi o surto de Influenza, conhecido por gripe espanhola, que ocorreu no final da 1ª Guerra Mundial e que matou entre 20 e 40 milhões de pessoas, consoante as estimativas.

A vulnerabilidade da população, subnutrida e enfraquecida pela guerra, as más condições de higiene nas trincheiras e o acréscimo de mobilidade das tropas aliadas em 1918, facilitaram a propagação de um (provavelmente) novo vírus da gripe, que se espalhou rapidamente pelo mundo inteiro, apesar das medidas de prevenção tomadas imediatamente por muitos governos.

c. O pânico gerado pela questão nuclear no Japão está a alertar a atenção das autoridades de uma possível crise humanitária, que pode envolver as mais de 452 mil pessoas que estão a viver em abrigos temporários.

d. Assim como foi antes do ano 70, acontecerem todos os sinais. Há crentes que pensam que o que se está a passar é uma “onda que replicará pelo mundo.”

e. O Governo brasileiro mobilizou cerca de 600 militares em consequência do temporal para resgatar da zona serrana do Rio de Janeiro, dos escombros, vivos, feridos e mortos, muitos cadáveres ficaram debaixo da lama em consequência mais uma devastadora epidemia Dengue.

f. Poluição dos mares e oceanos: o mar foi desde sempre considerado como um vazadouro natural e durante milénios os ciclos biológicos asseguravam em larga medida a absorção dos dejetos e a purificação das águas. Atualmente, graças à sociedade industrializada e ao mundo militarizado, chegamos a um estado de desequilíbrio do meio marinho. Nele atuam diversos fatores químicos, físicos e biológicos. O mar possui uma grande capacidade de autodepuração e constitui um meio pouco favorável ao desenvolvimento da maioria dos germes patogénicos. Contudo, o lançamento incontrolado de águas utilizadas, provenientes de zonas urbanas, e os resíduos industriais tornaram as águas costeiras num meio propício ao desenvolvimento de microrganismos patogénicos.

2. Com o aumento da população e da pobreza aumenta as mais variadas epidemias, doenças e enfermidade de toda espécie.

3. Com o crescimento das epidemias e pestes as pessoas deveriam aguardar com mais intensidade a vinda de Cristo, o qual virá retirar os salvos deste Planeta que está em ritmo acelerado de destruição.

CONCLUSÃO:

1. Esses são o final da dores: A vinda de Jesus está a eclodir: Tito 2:13 “aguardando”, “esperar, “estar na expectativa”. Paulo incentiva os membros da igreja dirigida por Tito, Creta, para que vivam como representantes de Jesus Cristo. Há razões para isso a dádiva da vida eterna; por isso, a vida diária deve estar em harmonia com o anelo do cristão sobre a iminente vinda de Jesus.

2. Assim como Simeão foi recompensado quando contemplou Jesus (Lucas 2:25) porque “esperava” como nós cristãos esperamos e sentiremos em breve o máximo gozo ao sermos testemunhas da segunda vinda de Jesus.

3. A esperança da vinda de Jesus é o grande incentivo dos crentes face a todas as vicissitudes da vida. Os momentos escuros, o desânimo, a desilusão, a dor própria da condição humana são superadas pela esperança cristã da segunda vinda. O grande Senhor do Universo vier segundo a sua promessa; João 14:1-3. 2. Esses sinais são apenas o princípio das dores: Jesus assim declarou para que não esperemos um tempo de paz e tranquilidade antes do retorno do Príncipe da Paz. Esses sinais são apenas o princípio das dores: Jesus assim declarou a fim de que não coloquemos nosso foco nos sinais, mas n´Aquele que é maior do que os sinais, e num evento que é maior do que qualquer tragédia:

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO!

1. Estudemos mais a Bíblia para conhecer vigiando os sinais d´Aquele que vem sobre as nuvens com poder e grande glória (Mateus 24:30).

2. Estudemos e conheçamos melhor os planos de Deus para o fim do mundo.

3. Estudemos as profecias com atenção, oração e humildade a fim de que o Espírito Santo impressione o nosso coração e transforme a nossa vida

PALAVRA DE HOJE.

IRAI-VOS E NÃO PEQUEIS

1. "Prossigo para o alvo, para o prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." Filipenses 3:14
Nota. Vejamos algumas posturas, atitudes e hábitos cristãos que devem ser adotados na nova vida, pois quem está em CRISTO nova criatura é. Como nova criatura, somos representantes de JESUS CRISTO, que além de ser um grande privilégio e honra é de grande responsabilidade. Neste versículo abaixo, o apóstulo Paulo escreveu:

2." E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." 2 Coríntios 5:17
Nota: As coisas antigas já passaram, o passado ficou no passado, eis que tudo se fez novo, nova vida, novas perspectivas, novo homem, tudo novo. E agora temos o principal: DEUS conosco, guiando, orientando, modificando para aperfeiçoamento através de nosso SENHOR JESUS CRISTO.
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Nota: Esta questão de passado, presente e futuro deve ser bem resolvida, pois o inimigo utiliza de facto o passado, e pretende que tenhamos perspectivas falsas do futuro. Ele criará dificuldades para impedir o presente crescimento na vida de qualquer Cristão, porém, como nova criatura em CRISTO, o crente não deve temer o inimigo, pois o sangue de JESUS já nos lavou dos nossos pecados. Mas às vezes surge aquela recordação (algum erro passado) que magoa, acusa, e isto nada mais é do que um dardo inflamado do inimigo para atormentar e impedir de prosseguir, portanto não devemos aceitar esses pensamentos, mas antes, repreendê-los em oração e buscar a PALAVRA DE DEUS para nos confortar e edificar. Muitas vezes ficamos apreensivos e ansiosos com o futuro, mas devemos ficar tranquilos, pois o futuro pertence somente a DEUS e só poderemos escrever um bom futuro vivendo o presente conforme a vontade de DEUS, esquecendo o passado, não ansiando o futuro, mas antes vivendo o nosso presente praticando os ensinamentos da Bíblia.

3. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão. Filipenses 3:13
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4. "Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar." Colossenses 3:8

5. "Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira." Efésios 4:26

6. "Nem deis lugar ao diabo." Efésios 4:27

Nota: A Bíblia exorta a não darmos lugar ao diabo, pois quando damos lugar ao mesmo, estamos abrindo uma porta e permitindo que ele nos faça mal. Toda a ira, maldade, perversidade, seja em pensamentos, atitudes ou em palavras, acontece quando damos lugar ao diabo, e principalmente quando entramos em atrito com as pessoas, que na maioria das vezes, ocorre por motivos banais, que acabam se tornando uma grande contenda.
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7. "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento." Filipenses 4:8
Nota: Nem tudo que pensamos fazemos mas tudo que fazemos pensamos, ou seja, nem tudo o que temos vontade de fazer, fazemos, mas tudo o que fazemos, antes tivemos que pensar, pois todas as nossas palavras, atitudes, escolhas, são executadas a partir da nossa mente com inteligêngia e livre arbitrío como DEUS nos deu, mas nem sempre fazemos as escolhas certas, pelo contrário, só aprendemos quando “batemos com a cabeça na parede”. Mas hoje, temos DEUS através de nosso SENHOR JESUS CRISTO para nos guiar e interceder por nós. Todos os ensinamentos que precisamos encontram-se na PALAVRA DE DEUS e todos os nossos pensamentos devem ser verdadeiros, puros, justos, respeitáveis, amáveis, bons; colocar o conhecimento em prática e olhando para DEUS em primeiro lugar e depois ao nosso próximo, servindo de testemunho e exemplo de cristãos genuínos e irrepreensíveis.
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8. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2
Nota: A cada dia vemos como os tempos estão piores, cada vez mais violência, maldade, falta de amor, valores morais perdidos, injustiça e uma série de perversidades que vem assolando todo o mundo, porém, não nos devemos conformar com este tempo, pelo contrário, pois como somos Luz nesse mundo que jaz em trevas, devemos ser exemplo de cristãos, fazendo toda a diferença como testemunho de vida nos edificando e ganhando mais vidas perdidas para CRISTO (livrando-os da morte eterna ou segunda morte) libertando os cativos dos cativeiros através da PALAVRA DE DEUS, fazendo assim, tudo o que é justo, bom e agradável a DEUS cumprindo a SUA vontade, pois, quando cumprimos a Sua vontade e o Seu propósito tudo ocorre perfeitamente, como está escrito:

9. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8:28
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10. “Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.” Isaías 55:9
Nota: Pois como diz a Bíblia, que, os caminhos de DEUS são mais altos que os nossos caminhos e os pensamentos de DEUS são mais altos que os nossos pensamentos, devemos estar sempre atentos ao propósito e vontade DELE, porque fomos pré-destinados a filhos de DEUS antes da fundação do mundo e a Graça e Misericórdia nos foi dada, não para ficarmos estáticos e inertes, mas para cumprirmos a Sua vontade, como JESUS cumpriu a vontade do PAI CELESTIAL, com toda alegria em verdade e espírito. Muitas vezes não compreedemos porque certas coisas acontecem nas nossas vidas ou porque coisas que planeamos não resultam, mas DEUS trabalha numa esfera espiritual bem acima da nossa e sabe o que é melhor para nós, pois muitas vezes quando pensamos que algo deu errado, na verdade o que aconteceu foi um livramento, ou até mesmo DEUS não permitiu que se cumprisse por ter algo muito melhor mais à frente, porque Ele tem sempre o melhor para todos nós. E DEUS age na hora certa, pois sempre está à frente de tudo e todos os Seus planos nunca poderão ser frustrados e a Sua vontade prevalece sempre.
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11. “Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.” 2 Coríntios 4:16

“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação.” 2 Coríntios 4:17

“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” 2 Coríntios 4:18
Nota: Jesus renova-nos no interior e é importante não murmurar, as tribulações são temporais e produzem crescimento, atentando sempre para as coisas que se não vêem que são as espirituais, porque as que se vêem vão passar pois são carnais e toda a carne irá expirar, mas o espírito irá continuar pois é eterno e cabe a nós semear para o espírito, pois quem semeia na carne, da carne colherá corrupção, mas quem semeia para o espírito, do espírito colherá vida eterna através do nosso SENHO JESUS CRISTO.
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Hoje vimos:
Que somos novas criaturas e que tudo se fez novo;
Que devemos prosseguir para o que está diante de nós (JESUS CRISTO);
Que não devemos dar lugar ao diabo;
Que os nossos pensamentos devem ser de acordo com a PALAVRA DE DEUS, pois através deles é que iremos efetuar nossas ações;
Que não devemos nos conformar com esse tempo, que devemos fazer a nossa parte e confiar em DEUS;
Que DEUS está sempre a nossa frente e que ELE sempre tem o melhor para nós;
E que devemos sempre semear para o espírito que é eterno.
 
“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.” João 14:2

sábado, 23 de abril de 2011

PARA VOCE QUE DEFENDE O ABORTO.

Esse pequeno texto é uma bela resposta àquelas pessoas que defendem o aborto. A resposta do médico à situação é excelente. Leiam:

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:

– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. Indaga o médico:

– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça? A mulher, já esperançosa, respondeu:

– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.

O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher: – Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora. A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:

– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.

A mulher apavorou-se: Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!! O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo."

- Autor Desconhecido.


"Ai dos que chamam de mau aquilo que é bom e que chamam de bom aquilo que é mau; que fazem a luz virar escuridão e a escuridão virar luz; que fazem o amargo ficar doce e o que é doce ficar amargo! Ai dos que acham que são sábios, dos que pensam que sabem tudo!" 
(Isaías 5: 20 e 21)
Mensagem lida no blog Mensagem Edificante para Alma

terça-feira, 19 de abril de 2011

DEUS EM AÇÃO.

                                          DEUS EM AÇÃO
 
 
O SENHOR, como poderoso, sairá; como homem de guerra, despertará o zelo; clamará, e fará grande ruído, e sujeitará os seus inimigos. (Isaías 42.13)
É preciso conhecer Deus como Ele Se revela em Sua Palavra. É na Bíblia que aprendemos do Senhor e, crendo nela, obtemos um entendimento novo como jamais pensamos existir acerca do Pai. Essa iluminação é a “senha” da vitória.
HOMEM DE GUERRA - Poucos sabem que o Senhor prometeu agir em nosso favor como Homem de guerra. Crer nEle como tal é permitir que Ele lute em nosso benefício. Por outro lado, não dar a Ele essa credibilidade significa impedi-lO de cuidar de nós. Temos de ser positivos na fé, intrépidos em ação e confiantes nas lutas. Não podemos deixar de colocar lenha na fogueira, pois senão o fogo se apagará (Pv 26.20).
O Criador nunca sai como derrotado, mas como poderoso e, por isso, jamais haverá inimigo que O enfrente. A pessoa que crê nEle conforme dizem as Escrituras, irá vê-lO em batalha a favor dela como o Poderoso. Ele é Homem de guerra por excelência, e nada nem ninguém será capaz de paralisá-lO. Deus é, simplesmente, invencível em todos os combates, e tê-lO em seu favor é certeza de vitória.
DESPERTE O ZELO - Faça como o Senhor, desperte o zelo. Como? Agindo de acordo com Sua Palavra. Ele cumpre tudo o que prometeu, e o que tem revelado ao seu coração quando você escuta uma pregação ou medita em Sua Palavra é o que Ele fará por você.
RUÍDOS DE PODER - Ele gosta de fazer grandes ruídos espirituais, não tem medo das ameaças do inimigo nem dos seus planos (os quais são medíocres diante da sabedoria divina). O Altíssimo desmancha qualquer nó: cura toda enfermidade e soluciona até problemas aparentemente difíceis. Quanto mais forte for a provação, maior será o ruído da operação divina em nosso favor.
DOMINA OS INIMIGOS - Por fim, o texto de Isaías 42.13 diz ainda que Deus sujeitará os seus inimigos. Portanto, quem nos ataca ou atinge é inimigo de Deus, e Ele nos protegerá e vingará como faz com a menina do Seu olho: Porque assim diz o SENHOR dos Exércitos: Depois da glória, ele me enviou às nações que vos despojaram; porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho (Zc 2.8).
Que você ponha em prática essa meditação é a minha oração.
Em Cristo, com amor.

O MOTIVO DE DEUS TER ENVIADO A GRAÇA.

                 
             O MOTIVO DE DEUS TER ENVIADO A GRAÇA
 
 
 
Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida (Romanos 5.18).
Os teólogos classificam a graça como favor imerecido. Tal conceituação teológica é real, mas fraca, pois deixa a desejar em mais informações. Parece que quem cunhou essa frase não sabia buscar do Senhor uma revelação mais profunda.
Eu entendo que graça é mais do que isso: é o maravilhoso mover de Deus, o qual faz com que o Senhor nos enxergue do modo que Ele deseja que sejamos. Só mesmo esse favor imerecido em ação pode fazer tal coisa para nós, que não temos nada em nós mesmos que nos recomende a tal Ser tão santo e puro.
Ao recebermos a graça de Deus, somos purificados e podemos ficar diante do Altíssimo como se jamais tivéssemos feito algo de errado. Essa dádiva resgatou o homem, que foi expulso do Paraíso por causa do pecado, para andar novamente com o Senhor. Por esse motivo, não temos de temer ou achar que não podemos apresentar-nos a Deus. Caso seja aceita em toda a sua extensão, a graça divina faz em nós uma obra tão grandiosa, que o sentimento de indignidade não mais povoa nosso coração.
Ao sermos alvos da graça do Senhor, voltamos à presença dEle. Agora, como Adão fazia antes do pecado, podemos estar constantemente diante do nosso Deus. Temos condições de falar com Ele e sermos ouvidos. Podemos separar momentos preciosos e dedicá-los à comunhão com o Pai. Ele vem e nos visita, conforta, orienta, cura, abençoa, limpa de todo mal e ainda nos reveste de poder para agir em Seu Nome e fazer as mesmas coisas que fazia e faria se estivesse em nosso lugar.
Graça, quão maravilhosa você é, pois me fez crer na bendita Palavra do meu Pai e me deu condição de possuir a justificação para a vida! Mas o melhor é que não sou o único, pois essa bênção está disponível a todos.
Em Cristo, com amor.

O LUCRO DE AMAR A DEUS.

O LUCRO DE AMAR A DEUS
 
 
O SENHOR guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios serão destruídos (Salmo 145.20).
Aqueles que se dedicam a amar a Deus – ter os Seus mandamentos e observá-los (João 14.21) – têm uma recompensa: são guardados, protegidos. O homem foi criado menor do que os anjos, e como os demônios são anjos decaídos, esses ainda conservam uma capacidade superior à nossa (Salmo 8.5). No entanto, quando o Senhor nos guarda, os espíritos malignos não conseguem atingir-nos. Por outro lado, os que não têm respeito pelos assuntos divinos não podem ser amparados por Deus.
As pessoas as quais provam que amam o Altíssimo com dedicação, respeitando Suas leis, vêem que Ele as recompensa. Dessa forma, quando o adversário investir contra a vida delas, basta que clamem ao Senhor, e Ele irá mostrar-lhes a direção para a vitória.
Muitas coisas acontecem no mundo espiritual sem que delas tomemos conhecimento. Outras vezes, o Senhor nos torna cientes do Seu livramento. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu quando Satanás pediu que Jesus o deixasse cirandar Pedro como trigo (Lucas 22.31-34). Naquela reunião, onde estavam os filhos de Deus reunidos com o Senhor, o diabo quis atingir a vida do apóstolo, mas Cristo disse que havia rogado por aquele servo Seu. Tal fato ainda ocorre em menor ou maior grau. Em outra ocasião, Judas disse que o inimigo foi discutir com o arcanjo Miguel a respeito do corpo de Moisés (Judas 9). E a nosso respeito, será que não se fala nada? Se amarmos o Senhor, Ele irá guardar-nos – impedirá que a maldade nos atinja e destrua.
A respeito da origem dos demônios, sabe-se que eles são os anjos que se corromperam na revolta de Lúcifer (Ezequiel 28.13-19). O detalhe é que a Palavra não fala que eles, ao pecarem, perderam a força e a capacidade de nos atingir. Ao contrário, o maligno continua sendo mais poderoso que o homem, assim como os anjos o são. Contudo, não precisamos temê-lo, pois ele não é onipotente, e sua área de ação é controlada pelo Senhor. Ele só poderá fazer o que lhe for permitido.
Se amarmos o Todo-Poderoso, Ele não dará absolutamente permissão ao adversário. Quanto àqueles que não aceitaram o Senhor como o único Salvador, seu prejuízo já está anunciado. Os que não têm respeito pelas leis de Deus podem até freqüentar nossas reuniões e, às vezes, parecerem-se mais espirituais do que nós, mas, no mundo espiritual, tudo está exposto tal qual é. Quanto aos que amam o Senhor, Ele não os deixará desprotegidos.
Não vale a pena deixar os mandamentos divinos de lado. O Altíssimo está arregimentando Seu povo para a necessidade mais premente: dar a Boa Notícia a todos. Muitos acham isso desnecessário, e quem assim o faz despreza o conselho do Senhor.
Em Cristo, com amor.

ORE COM FÉ E DETERMINAÇÃO.

                                                ORE COM FÉ E DETERMINAÇÃO

“Tu, pois, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, Deus de Israel, desperta para visitares todas as nações: não tenhas misericórdia de nenhum dos pérfidos que praticam a iniquidade” (Salmo 59.5).
É importante aprender como o próprio Deus Se intitula. Nesse versículo, por exemplo, vemos dois dos importantes títulos do Altíssimo. Como Deus dos Exércitos, Ele Se identifica como o Comandante das forças celestiais, as quais não atuam por si só, mas sob Sua orientação e presença, o que faz com que elas jamais sejam derrotadas em qualquer missão. Como Deus de Israel, nós O temos como o Cumpridor das promessas feitas a Abraão e seus descendentes – os judeus, pela carne, e nós, pela promessa (Gênesis 28.14).
A oração que surte efeito, obtém resposta e prevalece em qualquer situação é aquela feita ao Senhor dentro da revelação de quem Ele é. Logo, quem ora a Deus como o Comandante das forças celestiais, verdadeiramente, tem-nO como tal, bem como todo o poder divino operando em seu favor. Além disso, quando nos dirigimos ao Todo-Poderoso como o Deus de Israel, nós O temos como o Cumpridor das promessas feitas ao patriarca Abraão, que é tanto pai dos judeus, fisicamente, quanto nosso, espiritualmente falando.
A Igreja, de modo geral, não tem orado pela visitação divina às nações nas quais a luz do Evangelho ainda não brilhou. Entretanto, a pessoa que vive nessas regiões precisa muito das nossas súplicas, pois nasce, vive e morre sem ter conhecimento do que lhe foi feito por meio da morte e da ressurreição de Jesus. Infelizmente, o que impera nesses lugares é a mais densa treva, e os indivíduos que neles vivem pagam com a vida o simples fato de, por exemplo, mudarem de religião.
É verdade que os pérfidos – traidores, desleais e infiéis – andam por um caminho intransitável (Provérbios 13.15), e o salmista, inclusive, pediu que estes não fossem mais alvos das misericórdias divinas. No entanto, vivemos na Nova Aliança, na qual o Senhor não está destruindo ninguém, mas, sim, salvando. De fato, por vivermos depois do Calvário, hoje o Novo Testamento acrescenta a Deus o título de Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Então, precisamos  contemplar os perdidos com o olhar do Evangelho, pois foram incluídos na grande salvação realizada por Jesus, a menos que não queiram arrepender-se nem voltar para o Todo-Poderoso, porque, então, Deus não terá misericórdia deles. Se continuarem praticando a iniquidade, o destino deles será terrível.
Meu irmão, o melhor que podemos fazer nesta vida é sermos servos de Deus, pois, assim, o Altíssimo poderá usar-nos para o cumprimento dos Seus planos – uns no ministério, outros na vida empresarial ou em outras atividades. Quem tem juízo deve oferecer-se para ser servo do Senhor. No passado, fomos escravos da transgressão e, naquela condição, gemíamos debaixo das mãos do inimigo. Entretanto, agora, libertados do pecado, devemos apresentar-nos para servirmos ao Altíssimo (Romanos 6.22,23), tendo a santidade e os demais atributos divinos como o alvo maior da nossa vida!
Em Cristo, com amor,

terça-feira, 12 de abril de 2011

Galeria Biblica, incrivel.

O EGITO: IMPÉRIO ANTIGO

Quando Jacob chegou ao Egito, já pôde ver as pirâmides, construídas entre cinco a sete séculos antes.
Abraão também as deve ter visto durante a sua estadia no Egito (Génesis 12). As grandes pirâmides de Gizé foram construídas num curto espaço de tempo de intensa actividade, durante o reinado de três faraós da quarta dinastia (meados do 3º milénio a.C.). antes, no inicio da 1ª dinastia, Menes, um monarca do Alto Egito, conquistou todo o território e reuniu as duas partes do Egito num só e único reino. Mandou construir uma nova capital em Mênfis, no limite entre o Alto e o Baixo Egito, um pouco mais a sul do Cairo. Ele chamou ao seu palácio “Faraó” (ou “Casa Branca”), termo que rapidamente se tornou o título atribuído aos soberanos egícios. Gize foi escolhida como local de sepulturas. Os túmulos reais tornaram-se cada vez maiores até formar as grandes pirâmides da 4ª dinastia.
Uma vista impressionante: Gizé, com as suas
pirâmides e as suas esfinges.
As seis primeiras dinastias (uma mudança na família reinante significa uma mudança de dinastia) reinaram desde Mênfis sobre um reino próspero e cuja influência se fez sentir até ao Sul, na Núbia, e até à Palestina através do Sinai, a Nordeste. Os historiadores modernos falam do Império Antigo. As dinastias que se seguiram desde então até à época de Cristo evocam esta época como sendo a mais representativa da cultura egípcia clássica. As gerações seguintes tentaram, com ou sem sucesso, suplantá-la no aspecto da ideologia religiosa e no sentido artístico.
A construção das pirâmides começou na terceira dinastia. No decorrer da 5ª e da 6ª dinastia, o seu tamanho começou a aumentar, enquanto que o poder dos reis parecia diminuir. Depois, a sua construção parou.
O Império Médio.
Pintura encontrada em Béni Hassan:
uma caravana de semitas chega ao
Egito (1890 a.C.).
Depois deste período de confusão, uma família poderosa tomo o poder em Tebas, no Alto Egito. Ela conseguiu unificar o país e reinou durante dois séculos, mais ou menos, de forma muito menos tirânica do que os monarcas do Antigo Império. Muitos indícios levam a pensar que havia uma burocracia importante, possuidora de um poder considerável. Não é impossível que Abraão tenha entrado no Egito nesta época, fingindo que a sua esposa era sua irmã, na esperança de salvar a sua própria vida (Génesis 12). Numa pintura encontrada num túmulo em Béni Hassan poder ver-se uma pequena caravana semita (de Palestinianos), que se dirige para o Egito com os seus jumentos carregados, mulheres e crianças. Nada permite afirmar que se tratava de Abraão e da sua família, mas o quadro ajuda-nos a imaginar a cena. Mesmo que “um manto com mangas” seja uma tradução melhor para “a túnica multicolor” de José, as roupas coloridas e as barbas dos visitantes deviam contrastar com as vestes brancas e as caras barbeadas do Egípcios. Os homens transportam armas e apetrechos provavelmente utilizados na metalurgia. Será que se trata de ferreiros itinerantes?
Os Hicsos.
Relevo monstrando asiáticos (Sírios, Líbios, ...)
que fazem pedidos a um alto dignitário.
Testos do final do Império Médio fazem menção de um importante afluxo de semitas. Esta imigração foi de tal ordem que se tornou necessário construir fortificações entre o Golfo de Suez e o Mediterrâneo, a fim de controlar a situação. Os semitas já presentes no Egipto tinham provavelmente exercido uma influência negativa tão grande na economia do Egito que se seguiu um novo período de decadência.
Os semitas, provavelmente cananeus do Delta, tiraram proveito da confusão para se apoderarem do poder no Delta e numa parte do Alto Egito. Eles receberam o nome de Hicsos e foram profundamente odiados pelos egícios. Estes Hicsos conseguiram manter o poder durante 150 anos.
O relato do sucesso de José no Egipto enquadra-se bem com esta época em que os Hicsos estavam no poder. Nesta altura, numerosas caravanas faziam transportes entre a Palestina e o Egito, como os Midianistas mencionados no relato bíblico. Neste clima, um semita como José podia mais facilmente adquirir um importante poder político, visto que os Hicsos eram bastante favoráveis aos semitas, “estrangeiros” como eles. É impensável que um rei que não fosse Hicso tivesse dado tantas terras à região de Gosen. Os Egícios eram camponeses que desprezavam tanto os pastores como os patriarcas.
Machado cerimonial, mostrando Amósis a expulsar
um inimigo vencido. Terá sido ele que
expulsou os Hicsos.
O relato bíblico referente a José menciona vários objectos e costumes que encontramos nos textos egípcios. Assim, os objectos utilizados na coroação de José (Génesis 41:42) são os símbolos da função de primeiro-ministro. Isso corresponde ao que a Bíblia nos relata: José estava em segundo lugar depois do soberano. Como primeiro-ministro, ele tinha a responsabilidade da vida quotidiana no Egipto, enquanto que o faraó determinava as grandes directrizes. É essa responsabilidade de José que a Bíblia nos descreve. A história bíblica de José corresponde com precisão ao tipo de governo que existia no Egito nesse período.
No século dezasseis antes de Cristo, Tebas tornou-se cada vez mais poderosa. Conseguiu por fim expulsar os Hicsos, que foram perseguidos e vencidos a Sul da Palestina, na batalha de Saruchen, no deserto de Neguev. Os tebanos tomaram o poder no Egito, e, por terem aversão a todos os semitas, alteraram drasticamente o estatuto dos Israelitas que ficaram no Egito: estes tornaram-se escravos. O “faraó que não conheceu José” fez provavelmente parte desta nova dinastia.
 

O EGIPTO: O IMPÉRIO NOVO

Templo funerário de Hatshepsut
em Deir-el-Bahri.
A nova dinastia de origem Egípcia (a 18ª dinastia) que subiu ao poder inaugurou um longo período de prosperidade e de ordem relativa que durou cerca de cinco séculos. Este período inclui as 18ª, 19ª e 20ª dinastias. Durante o reinado de Ramsés II, que durou 67 anos, o país conheceu o maior período de actividades de construção desde a 4ª dinastia, durante a qual foram construídas as grandes pirâmides. As descrições das ruínas egípcias dedicam-lhe muita atenção.

Textos que falam de
Hatshepsut.

A admiração por todas estas construções não nos deve fazer esquecer a 18ª dinastia. Foi a época em que os israelitas viveram no Egipto e, segundo a cronologia bíblica, se evadiram. Um facto memorável: nenhum monarca da 18º dinastia teve filhos varões. Os antigos egípcios não aceitavam mulheres faraós. Para que o país tivesse faraó, os reis desta dinastia viram-se forçados a fazer alianças de casamento particulares. Acontecia, por vezes, o marido pertencer à mesma família que a esposa, o que originou problemas de doenças hereditárias no final desta dinastia.
Hatshepsut.
 
Segundo a cronologia bíblica (1 Reis 6:1) Moisés nasceu quando este problema tinha atingido o seu apogeu. Tutmósis II, ele próprio de origem humilde, tinha casado com uma princesa, mas procurava desesperadamente uma mulher que lhe desse um filho varão. De outro modo, a sua filha Hatshepsut estaria condenada a casar com um homem do povo. Mas Hatshepsut não se casou e conseguiu, de certa forma, vencer os preconceitos sexistas dos egípcios. Após a morte do seu pai, ela proclamou-se rei (e não rainha!) e apresentou-se com uma barba e com todos os outros atributos de um faraó masculino. Ela foi um dos faraós mais poderosos. Mandou erigir um dos maiores obeliscos do Antigo Egipto, mandou construir um mausoléu de arquitectura muito imponente a Este de Tebas e mandou vir “do corno de África” (A Somália) plantas e animais desconhecidos no Egipto para aquilo a que nós chamaríamos estudos científicos.

Hatshepsut.

Como é que Hatshepsut conseguiu vencer estes preconceitos centenários contra as mulheres e se conseguiu proclamar rei? Este foi um dos feitos mais notáveis da história do Egipto. E é ainda mais importante dado o facto dos sacerdotes, a elite religiosa no Egipto, se terem apressado a propor como novo faraó o jovem filho que Tutmósis II tinha tido com uma concubina. A sua manobra não teve qualquer sucesso e o candidato teve que ser retirar até ao momento em que, muito mais tarde, se tornou um dos mais poderosos monarcas da 18ª dinastia, sob o nome de Tutmósis III.
Como é que Hatshepsut conseguiu enfrentar o poder dos sacerdotes? Ela não o pode ter conseguido sozinha, mesmo que nos seus discursos afirmasse que o seu pai era Amon, o deus de Tebas, como podemos ler no seu monumento fúnebre. Podemos pensar que ela dispunha de um candidato masculino ao trono, em lugar de quem ela reinava temporariamente. É precisamente neste ponto da história egípcia que podemos incluir, de forma lógica, a história de Moisés, tal como a Bíblia no-la apresenta.
Moisés, um resgatado do Nilo.
A Bíblia relata como a princesa egípcia descobriu Moisés num cesto de verga nas águas do Nilo. A mãe de Moisés tinha aptado por esta solução a fim de escapar aos soldados egípcios que tinham recebido ordens para matar todos os meninos hebreus recém-nascidos. A princesa levou Moisés e adoptou-o como seu filho. Porque é que uma princesa egípcia teria tanta pressa em adoptar uma criança como seu próprio filho se não por causa da grande dificuldade que a família real estava a sentir em ter rapazes? Não há, em toda a história do Egipto, qualquer outro período em que o relato do salvamento e da adopção de Moisés seja mais plausível.
A Bíblia indica claramente que Moisés foi educado na corte do faraó depois de ter passado a primeira infância no meio dos Hebreus. A tradição, tal como é relatadas pela história de Flávio Josefo no séc. I d.C., parece bastante lógica ao descrever que Moisés teria sido educado a fim de aceder ao trono quando o momento chegasse. Se era verdade que Hatshepsut tinha um filho adoptivo e que o queria fazer subir ao trono alguns anos mais tarde, é fácil compreender como ela conseguiu vencer os preconceitos existentes contra as mulheres de faraós. Neste caso, ela teria recebido o título de regente. Mas podemos facilmente entender as objecções dos sacerdotes. Moisés não era membro da família real. Nem sequer era realmente egípcio, mas um membro daquele grupo de escravos semitas que eles detestavam, descendente dos Hicsos.
Múmia do faraó Ramsés II.
O fim do reinado de Hatshepsut continua envolto em mistério, mas condiz estranhamente com a história de Moisés. Ela desaparece de cena no momento em que Tutmósis III, o candidato sugerido pelos sacerdotes, sobe ao trono. Por que razão desaparece ela subitamente sem resistência? Será possível que as atitudes impulsivas de Moisés tenham contribuído par o seu afastamento? Ao matar o capataz egípcio, ele foi condenado ao exílio e comprometeu o acesso ao trono (Êxodo 2:11-15). Para os sacerdotes, era a ocasião ansiada para colocar à frente o seu candidato.
Não dispomos de nenhum texto egípcio que relate este episódio, nem mesmo de textos que mencionem o nome de Moisés (ele teria provavelmente o nome de Tutmósis ou de Amósis). Talvez o texto que lhe fazia referência tenha sido apagado quando todos os textos contendo o nome de Hatshepsut ou escritos por ela foram sistematicamente destruídos. Mas comparando os dados bíblicos com o que revelam os textos egípcios, chegamos à conclusão de que nenhum outro período da história egípcia concorda tanto com o relato bíblico como este.
Um outro período sugerido por alguns pesquisadores e que poderia corresponder à época de Moisés é o de Ramsés II. Mas Ramsés II tinha muitas mulheres e centenas de filhos. Para além disso, os problemas cronológicos tornam esta hipótese pouco provável.
Os escravos saem do Egipto.
Tutmósis IV, que não esperava
tornar-se faraó, e a sua mãe.
A saída dos Israelitas do Egipto é plausível? É óbvio que os textos hieroglíficos dedicam pouca atenção às derrotas, especialmente se escravos fugitivos forem os protagonistas. Não dispomos de nenhuma menção de cavalos e cavaleiros que tenham perecido no mar Vermelho, nem de nenhum relato de um milagre extraordinário. Dependemos inteiramente de provas indirectas. Um pesquisador chamou a atenção para um texto que parece fazer uma referência indirecta ao Êxodo, enquanto que um outro texto menciona um faraó que pereceu numa batalha que se desenrolava nesta época.
Supunha-se que o milagre do Mar Vermelho – quando as águas se separaram para deixar passar os Israelitas e se voltaram a fechar, afogando assim os Egípcios perseguidores – estivesse ligado a um maremoto causado pela erupção do vulcão Théra, na ilha grega do Sentorini, por volta deste período. No entanto, nenhum indício permite fazer corresponder esta erupção com o período do Êxodo. Além disso, tal quereria dizer que o milagre se teria produzido em qualquer lado nas margens do Mediterrâneo, em vez de no Mar Vermelho, como é especificado na Bíblia (mesmo que a expressão bíblica seja melhor traduzida por “Mar das Canas”, ou dos Juncos, noutros textos este está identificado como Mar Vermelho).
Akenaton e a sua esposa Nefertiti
adorando o deus Aton. Esta tendência
para o monoteísmo não tornou
popular o jovem faraó.
O sucessor de Amenotep II, Tutmósis IV, mandou gravar a inscrição descoberta entre as patas da esfinge de Gizé, na qual exprime a sua surpresa por se tornar rei, como se não estivesse de todo à espera. Podemos deduzir que ele não era o filho herdeiro. Será possível que o filho herdeiro tivesse morrido antes de aceder ao trono, por causa da décima praga – a morte de todos os primogénitos do país (Êxodo 11)? É de salientar que a cronologia bíblica situa o Êxodo precisamente durante o reinado do pai de Tutmósis IV. Mesmo que se trate apenas de provas indirectas, isto corresponde bem aos dados bíblicos.
“A heresia monoteísta”
Tutmósis IV não reinou muito tempo. Amenotep III sucedeu-lhe. A sua esposa, Tiyi, era de origem muito humilde, mas tornou-se extremamente poderosa e dominou o marido. O seu filho, o rei herético monoteísta Akenaton, parece ter adoptado muitas da ideias da sua mãe. Precisamente nesta época, uns anos depois dos acontecimentos extraordinários do Êxodo, um rei egípcio tornou-se monoteísta. Não se tratava do Deus dos Hebreus, mas sim do deus sol Aton, a quem o rei tentou servir de uma forma que se assemelha muito à piedade dos israelitas (compare, por exemplo, o Canto para Aton, de Akenaton com o Salmo 104). Terá a esposa de Amenotep III tido conhecimento do monoteísmo dos Hebreus e de Moisés no decurso dos acontecimentos dramáticos passados na corte do faraó na época do Êxodo? Será que ela falou disso ao seu filho? Nenhuma prova directa liga os dois acontecimentos, mas a introdução do monoteísmo situa-se precisamente na época em que o Êxodo terá deixado marcas na sociedade egípcia. Trata-se de uma coincidência realmente excepcional.
excepcional.
Tutankamon.
Não dispomos, portanto, de provas directas no que diz respeito ao Êxodo. Mas as provas indirectas são tão eloquentes, que parece lógico concluir que as descobertas arqueológicas vêm uma vez mais apoiar a Bíblia nessa matéria.
O jovem Tutankamon restabeleceu a adoração de Amon, o deus de Tebas, como religião oficial no Egipto. Tendo o reinado de Tutakamon sido muito curto (9 anos apenas; morreu aos 18 anos), o seu túmulo foi um dos mais pobres de todos os túmulos reais. Em contrapartida, foi o único que os arqueólogos descobriram intacto. Todos os outros já tinham sido violados e pilhados. Os tesouros encontrados no túmulo de Tutankamon impressionam-nos muito. No entanto, as suas riquezas eram provavelmente mais modestas do que as dos outros faraós.

A ÉPOCA DOS PATRIARCAS: NOÉ E O DILÚVIO

Uma das dez placas de argila encontradas em Nínive,
que contam a epopeia de Gilgamesh, uma variante
do relato bíblico do dilúvio.
Quando, no inicio do século XX, Sir Leonardo Wooley realizou as escavações as escavações em Ur, uma cidade do Sul da Mesopotâmia, descobriu uma camada espessa de lodo. “Finalmente, descobriu uma prova do dilúvio,” dizia-se. Infelizmente, ao serem feitas escavações numa cidade próxima, não encontrou a mesma camada à profundidade esperada. A camada de lodo encontrada em Ur devia ser o resultado de um fenómeno local. São, sobretudo, os geólogos que constatam as consequências do dilúvio, ao estudarem as diferentes camadas sedimentárias em todo o mundo. Todos os vestígios de habitação humana são posteriores ao dilúvio.
A realidade de um dilúvio, como o descrito no livro de Génesis, é apoiada pela cosmogenias que foram encontradas em quase todas as culturas antigas do mundo. Os relatos provenientes das regiões situadas perto dos países bíblicos são, geralmente, mais antigos e mais parecidos com a versão dada pela Bíblia, segundo as quais os homens se espalharam por toda a Terra, migrando a partir da arca encalhada no Próximo Oriente.
Utnapistim, o equivalente babilónico do Noé
bíblico, na sua arca.
O objectivo deste estudo não é de fazer os paralelismos entre os relatos babilónicos e sumérios do dilúvio e o da Bíblia. Digamos, simplesmente, que os pontos comuns são numerosos e importantes, mas que continua a haver diferenças muito significativas. Apesar dessas diferenças, é perfeitamente plausível que os habitantes da Mesopotâmia tenham conservado a recordação do dilúvio mencionado no livro de Génesis. Tendo em conta as diferenças, é pouco provável que a versão genesíaca seja derivada das versões mesopotâmicas. Ela baseia-se sobretudo numa tradição mais antiga.
Em busca de Noé.
Formação geológica cujas dimensões correspondem
bastante bem às da arca, tal como ela é descrita
no livro de Génesis.
Será que existem vestígios da arca de Noé? Já foram feitas várias expedições ao monte Ararate, no Leste da Turquia, na esperança de encontrar uma resposta para esta pergunta. Alguns pesquisadores pretendiam ter visto a arca, mas as todos ou as descrições eram vagas e duvidosas. Actualmente, não temos qualquer razão para crer que a arca tenha sido encontrada. As indicações dadas pela Bíblia, relativamente ao lugar onde ela encalhou, são bastante vagas. De acordo com Génesis 8:5, a arca parou sobre o monte Ararate. É preciso dizer que Ararate ) Urartu em Assírio) é o nome de toda uma região montanhosa do Leste da Turquia. É como se disséssemos que a arca parou nos Alpes. Procurar a montanha mais alta, dar-lhe o nome “Ararate”, e depois afirmar que a arca se encontra nesse lugar não é correto. Isso equivale a tirar da Bíblia dados que ela não contém.
Muitas coisas já foram escritas a respeito dos pedaços de madeira encontrados nas encostas do monte Ararate, e que se dizia que eram restos da arca. No entanto, todos os testes de datação com carbono – 14 convergiam para uma mesma época: 600 da nossa era. Nessa época, muitos peregrinos visitavam a região e construíam pequenas capelas. A madeira encontra provém, provavelmente, de uma delas.
Uma formação geológica interessante, existente numa montanha a alguns quilómetros dali, parece ser um indício mais provável. Num vazamento de lava, foi encontrada a forma de um objecto que corresponde bastante bem às dimensões da arca de Noé. Dá a impressão que a lava foi forçada a contornar o objecto pousado sobre a montanha. Pode ser que se trate da arca de Noé, mas atualmente não dispomos de provas suficientes para defender essa hipótese.
Deus com Voces Sempre.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Pastor Marco Feliciano ameaçado de morte .

Marco Feliciano ameaçado de morte

domingo, 10 de abril de 2011


A revista Época, em matéria assinada por Lucas Hackradt, com o título Deputado Marco Feliciano: "Não aceito as atitudes homossexuais em espaço público", versão online, em postagem de 31/03/2011 às 18h38 e atualização na mesma data às 19h45, trouxe menções de digitações do deputado federal Marco Feliciano em sua página de Twitter, postadas em 30 e 31 de março, quando o parlamentar referiu-se aos homoafetivos, satanista e macumbeiros, como seus inimigos na Internet, e também fez declaração - considerada polêmica por muitos - ao dizer que os africanos são amaldiçoados por Deus.

Ao povo evangélico, cabe o direito de discordar das interpretações bíblicas de Feliciano. Mas, mesmo discordando, é importante levar em consideração os 211.839 votos que ele recebeu pelo Estado de São Paulo. Agora ele é uma autoridade federal no âmbito legislativo, representa o povo brasileiro. É o pastor assembleiano mais bem votado do nosso País em 2010. Exercer democracia é saber valorizar a escolha dos cidadãos que votaram nele.

No entanto, nesta matéria da revista Época, há uma denúncia gravíssima de Feliciano, porém, estranhamente, a mesma não repercutiu na sociedade, como aconteceu com suas declarações do Twiiter. Também não encontrei repercussão em sites e blogs de editorial religioso.

Feliciano enviou à redação da revista o seguinte comunicado, que segue em ipsis leteris:
__________

"São Paulo-SP, 31 de março de 2011.

Após algumas horas de uma postagem na internet: AFRICANOS DESCENDEM DE ANCESTRAL AMALDIÇOADO POR NOÉ. ISSO É FATO. O MOTIVO DA MALDIÇÃO É A POLÊMICA. NÃO SEJAM IRRESPONSAVEIS TWITTERS rsss Fui alvo de milhares de pedradas, sapatadas, raquetadas, "twittadas", e ainda virei matéria de midias como UOL, etc.

O que gostaria aqui de explanar, explicar e logo depois DENUNCIAR é algo grotesco e absurdo!

Primeiro a Explanação:

Gn. 9:22-25 - E viu Cão, o pai de Canaã, a nudez do seu pai, e fê-lo saber a ambos seus irmãos no lado de fora. Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre ambos os seus ombros, e indo virados para trás, cobriram a nudez do seu pai, e os seus rostos estavam virados, de maneira que não viram a nudez do seu pai. E despertou Noé do seu vinho, e soube o que seu filho menor lhe fizera.E disse: Maldito seja Canaã; servo dos servos seja aos seus irmãos.E disse: Bendito seja o SENHOR Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo. Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por escravo..

No texto acima temos a citação biblica onde Noé amaldiçoa o descendente de Cão, ou seja, toda a sua descendencia, pois Canaa era o mais moço. Canaã representa diretamente a descendencia de Cão representando todos os seus filhos.

Gn.10:6 - E os filhos de Cão são: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã.

Acima vemos os filhos de Cão. Entre eles Cuxe. Veja abaixo a citação do Historiador Hebreu:

Flavio Josefo dá conta da nação de Cuxe, filho de Cam e neto de Noé : "Para um dos quatro filhos de Cam, o tempo não para toda a mágoa o nome de Cush; para a Etiópia , sobre o qual reinou, são ainda menos Neste dia, tanto por si e por todos os homens na Ásia , etíopes chamados. "(Antiquities of the Jews 1.6). ( Antiguidades dos Judeus 1,6).

Bem, citando a bíblia e a história, a veracidade sobre a postagem. AFRICANOS DESCENDEM DE CÃO, FILHO DE NOÉ.

Segundo a Explicação:

Como Cristãos, cremos em bençãos e portanto não podemos ignorar as maldições. Recai sobre o homem o peso da lei, toda vez que por ele a lei é quebrada.

Ex.34:7 que conserva sua graça até mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a rebeldia e o pecado, mas não tem por inocente o culpado, porque castiga o pecado dos pais nos filhos e nos filhos de seus filhos, até a terceira e a quarta geração".

Alguns creem que tudo acontece aqui na "horizontal" da existência, tipo, problemas vem por culpa do governo, empresarios, etc. Mas nós cristãos cremos que existem coisas que vem da "vertical", ou seja, cremos que Deus governa o mundo. E sua palavra não volta atrás .

Todavia, também cremos que toda vez que o homem, a familia, o país, entrega os seus caminhos ao Senhor, toda maldição é quebrada na cruz de Cristo!

Tem ocorrido isso no continente africano. Milhares de africanos, tem devotado sua vida a Deus e por isso o peso da maldição tem sido retirado, afinal esta escrito na palavra de Deus:

Is.10:27 - A unção despedaça o jugo!

Gl. 3:13 - Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;

Terceiro a DENUNCIA:

Desde o periodo das eleições, quando apresentamos ao povo evangélico as leis que tramitavam na camara, como a Pl. 122, comecei a receber ataques, ameaças, xingamentos, e outras coisas mais que não vale a pena citar aqui. Um dos seus representantes mais atuantes, um parlamentar eleito, ao assumir seu lugar em Brasilia, chamou a imprensa e declarou guerra a bancada evangélica. Sou o Deputado Evangélico mais votado do País. Dai seus tiros contra mim, através dos seus asseclas que ficam no twitter a espreita, procurando alguem que possam denegrir. No twitter existe um grupo de homoafetivos que deturpam tudo o que digo, e dessa vez foram longe demais! Esparramando pela midia uma matéria esdruxula! Ja fui entrevistado hoje por muitos jornalistas, alguns sensibilizados por compreenderem do que se trata, outros irritados ja me chamando de HOMOFÓBICO E RACISTA.

Alerta a comunidade evangélica! Estamos sob fogo cruzado! E é preciso uma ação coletiva de repudio a esses ataques e a essas infames insinuações, pois isso pode provocar o ódio, a cólera, a ira, e sabe Deus o que mais.

Recebi uma mensagem de ameaça de morte dizendo que estou na lista ao lado de pastores como Silas Malafaia e outros.

Conclamo a Mídia Cristã responsável, pois existem tambem no nosso meio cristão uma MIDIA MARROM, inescrupulosa, baixa, irresponsável e leviana, que se alimenta de especulações e fofocagens! Nesse momento não é o meu nome que está em jogo, nesse momento estão em jogo comigo MILHÕES DE CRISTÃOS QUE LUTAM PELA FAMILIA ASSIM COMO EU.

Que fique bem claro aqui de uma vez por todas, NAO SOU HOMOFÓBICO. O que as pessoas fazem nos seus quartos não é do meu interesse. Sou contra a promiscuidade que fere os olhos de nossos filhos, quer seja na rua, nos impressos, na net ou na TV. Respeito o ser humano, mas tenho o direito de ser repeitado também! NÃO SOU RACISTA! Sou Brasileiro com um sangue miscigenado, por africanos, indios e europeus. SOU CRISTÃO sim Senhor.

Peço oração a todo o povo cristão brasileiro, os que lutam pela familia, os que amam ao Senhor, e os que me conhecem há tempos, e sabem que como todo brasileiro sou afro-descedente. Auxilío missionários no continente africano com sustento. E ja estive por lá e bem sei da luta daquele sofrido povo. E oro por eles!

Um abraço fraterno naquele que quebrou todas as maldições, Jesus o Senhor!

Agradeço a toda mídia brasileira pelo respeito e apreço.

Pr. Marco Feliciano

Deputado Federal PSC-SP".

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O TABERNÁCULO E A GRAÇA DE DEUS

“E me farão um santuário, e habitarei no meio deles”, Ex 25.8
É útil estudar sobre o tabernáculo para aprender mais da pessoa de Cristo. O espírito da profecia é Cristo (Apocalipse 19.10, “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.”; I Pedro 1.10,11). O nosso conhecimento de Cristo não é danificado pelo estudo do Velho Testamento, mas é instruído e fortalecido pelo estudo dele. Por isso convém estudar o que diz a Bíblia sobre o tabernáculo.
A graça de Deus é inexprimível. Naturalmente conhecemos algo de Deus por umas testemunhas, uma exterior e a outra é interior. Essas testemunhas se manifestam pela graça de Deus. A testemunha exterior é a criação (Sl 19.1; Rm 1.19,20). A testemunha interior é a lei de Deus escrita na consciência (Rm 2.14, 15). As duas testemunhas são fiéis e manifestam um Deus magnífico, justo e de graça. O homem pecador sente imundo para com este Deus revelado pela criação e na consciência e frequentemente procura O agradar ou apaziguar a Sua ira. Sentem às vezes agraciados por Ele não os destruírem pelas acções radicais da natureza (terramoto, tsunami, vulcão, furacão, seca), ou por ter uma colheita abundante, ou etc. Essas testemunhas manifestam vagamente a graça real do Deus Vivo e Verdadeiro, mesmo que são suficientes para que o homem fique indesculpável diante de Deus no dia de juízo.
A graça de Deus se revela na sua maior glória pelo Filho Unigénito de Deus, Jesus Cristo e a Sua obra da salvação. Jesus foi dado no lugar dos pecadores rebeldes e inimigos, para que o pecador arrependido recebesse perdão pleno diante deste Deus magnífico e justo. Além disso, o pecador arrependido tem as justiças de Jesus Cristo imputadas a ele. Agora o salvo goza da comunhão com Deus e herança igual do Seu Filho (Rm 8.15-17). Veja então, como é inefável essa graça de Deus? Hoje, o Evangelho é declarado abertamente pelo rádio, televisão, jornais, folhetos, livros e certamente pelas nossas bocas e vidas. Tudo isso pela graça de Deus.
Mesmo que a graça de Deus sempre existiu, nem sempre foi revelada na sua glória. No Velho Testamento, a graça de Deus foi manifesta por enigmas, símbolos, cerimónias e profecias (Hb 1.1, “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”; 10.1, “Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exacta das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam”). Por que Deus fez exactamente assim não é para nos indagar, mas dizer que nenhum homem mereceu tal graça, e que ninguém buscou tal graça por Jesus ser verdade (Sl 14.2, 3). Se Deus não Se revelasse pelo Filho, ninguém teria a salvação. Mas, verdadeiramente, desde o começo do mundo, Deus tem pregado a salvação que agrada a Ele. Essa mensagem diz: o pecador arrependido confiando pela fé no Seu Filho Jesus Cristo, tem salvação eterna.
As manifestações da Sua graça são tão evidentes quanto à presença do pecado no homem. Logo que o homem pecou, Deus manifesta a Sua graça pela promessa do Salvador, vindo da semente da mulher (Gn 3.15). Depois da profecia de Cristo em Gn 3.15, veio o exemplo em símbolo da graça de Deus. Percebe-se esta graça quando Deus vestiu os culpados pelo sacrifício do inocente (Gn 3.22). Na primeira geração do homem na terra, Caim, que mereceu a morte por matar o seu irmão, pela graça de Deus foi lhe dado uma marca para não ser morto pelos homens (Gn 4.15). Depois destas manifestações da graça de Deus vieram muitas outras. Poderíamos falar do tempo de Noé em que todos os homens seguiram a imaginação dos pensamentos dos seus corações maus. Mas no meio de toda esta impiedade, a graça de Deus se manifesta em que “Noé achou graça aos olhos do Senhor” (Gn 6.5-8). A arca de Noé manifestava a justiça de Deus como também a Sua maravilhosa graça. Na escolha de Abrão se percebe a graça de Deus. Por Deus olhar a todas as nações, nenhuma justa (Sl 14.2, 3), mas escolheu um homem, e este idólatra (Js 24.15, “aos deuses a quem serviram vossos pais”; Is 51.1), desejando fazer dela uma nação eleita, predilecta, e recebedora de uma aliança eterna de amor, a graça de Deus revela a Sua maravilhosa graça.
O Tabernáculo também manifesta gloriosamente a graça de Deus. Deus, por ser omnisciente, conhecia os pecados grandes e imundos deste povo que Ele tinha escolhido em Abraão. Ele soube que o Seu povo escolhido O rejeitaria, O substituindo por um bezerro de ouro. Ele soube que o Seu povo, a quem tiraria de grande mão do Egito, murmurariam contra Ele e contra o homem que Ele colocou para os lidarem à terra prometida. Ele soube que o braço direito de Moisés, Arão, junto com a sua irmã Miriã, levantariam contra o líder Moisés (Nu 12.1-16). Ele soube que a multidão do Seu povo faltaria fé (Nu 13.27-14.10, 20 -24). Ele soube da desobediência de Moisés (Nu 20.7-13). Mas mesmo assim, quis habitar “no meio deles” (Ex 25.8). Essa é uma manifestação inexplicável da graça de Deus.
A ordem da construção do tabernáculo revela a graça de Deus. Por revelar Deus essa construção tem o nome “tenda do testemunho” (Nu 9.15). Testemunhar de quê? Para testemunhar o que Deus tem testemunhado desde o princípio, ou seja, a graça de Deus para com os pecadores por Seu filho Jesus Cristo.
Existem dois relatórios da construção do tabernáculo (Ex 25 - 30; 36 - 39). O primeiro relatório Deus vem ao Seu povo, ou seja, a graça de Deus em Si compadecer o Seu povo e declara o meio pelo qual os pecadores podem aproximar-se a Deus. O segundo relatório o tabernáculo apresenta a adoração do pecador remido a Deus por Cristo por causa da graça.
No primeiro relatório se vê a graça soberana de Deus para com o pecador. A graça é notada no começo da explicação da construção do tabernáculo com o lugar santíssimo e a suas duas peças: a arca da aliança e o propiciatório de ouro. Este lugar manifesta a glória do Senhor e a beleza da Sua graça. Pela graça Ele pensa no homem (Sl 8.4). Pela graça Ele ama os Seus (Jr 31.3; Rm 8.35-39). Pela graça Deus escolhe Israel ser Seu povo (Dt 7.7, 8). Pela graça, Deus decretou que por Jesus salvaria todos que se arrependem e crê nEle pela fé. A eternidade desta graça se vê pois Jesus é verdadeiramente o Cordeiro de Deus “morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.8) O Deus santíssimo habitando entre o povo por Seu filho Jesus manifesta a Sua graça de maneira formosa.
A graça soberana se vê no lugar santo e nas suas três peças de móveis também. Nelas se vê a glória de Jesus, nas suas várias obras e atributos (luz, pão, oração e acompanhamento do Espírito Santo). O lugar santo prega de Cristo O único mediador entre o pecador e o Deus.
No pátio com as suas duas peças de móveis se vê a graça de Deus. A lavagem dos nossos pecados é feita pelo sangue de Jesus e pelo sacrifício feito por Ele no lugar do pecador. Nisso se aprenda da maravilhosa graça de Deus para com o pecador que se arrepende e crê nEle.
O tabernáculo está fechado pela cerca das cortinas de linho fino torcido. A beleza e glória de Deus por dentro. O pecador posto fora. A graça de Deus se apresenta pelo fato de existir uma porta. Essa porta prega a mediação de Cristo e o Seu sacrifício no lugar de pecadores arrependidos, separados do povo. Cristo é essa porta. Nessas maneiras entendem-se a graça de Deus. Deus provém tudo o que é necessário para Ele habitar com Seu povo. Que manifestação, mesmo em símbolos, da inefável graça de Deus!
No segundo relatório da construção do tabernáculo é descrito como o povo percebe Deus. A primeira parte do tabernáculo mencionada nesse segundo relatório é as cobertas e cortinas do tabernáculo. Nisso se manifesta que o povo não vê em Deus nada formoso. Mas, com a obra da graça nos corações do Seu povo, Cristo é confiado como o Mediador suficiente e Deus é tido como precioso em justiça e santidade. Que diferença a graça de Deus traz a um povo na sua relação com O Divino!
A segunda peça relatada nesse relatório é a arca da aliança onde Deus se habita na Sua terrível glória. A coluna de fogo de noite e a nuvem de dia manifestam ao povo que há um Deus vivo e santo, um Deus verdadeiro e justo, um fogo consumidor. Manifesta-se a verdade que se o homem espera chegar a este Deus santo e justo vai ser pela porta e não sem animal apropriado para ser o sacrifício de um inocente no lugar do culpado. A necessidade de um mediador, alguém que obedeceu tudo no nosso lugar é necessário. Cristo é visto como este sacrifício (Jo 1.29). Cristo é apontado O único mediador entre um povo arrependido e um Deus glorioso (I Tm 20.5, 6). Este Mediador divino-humano, só pela graça de Deus pois Deus não tinha a obrigação de ser compassivo com os rebeldes e inimigos dEle. Mas, em graça, deu o Seu Unigénito para que todos e quaisquer que se arrependam e confiem nEle, tenham a vida eterna (Jo 3.16). Que maravilhosa graça!
Hoje sabemos que as figuras do Velho Testamento se apontavam a Jesus. Jesus Cristo é o justo que padeceu uma vez pelos pecados, o Justo pelos injustos. Pelo sacrifício de Cristo, os pecadores arrependidos são levados a Deus (I Pedro 3.18). Cristo é o único mediador declarado abertamente entre o homem e Deus (I Tm 2.5,6). O tabernáculo ocultava a declaração aberta da graça de Deus. Hoje essa mensagem da graça de Deus em Cristo não é oculta. Deus anuncia a todos os homens que se arrependam (At 17.30). Aquele que se arrepende é apontado a Jesus para ser salvo.
O tabernáculo revela a graça de Deus pois aponta a Cristo por Quem Deus habita com Seu povo. A mensagem do evangelho é: por Cristo Deus habita no pecador arrependido ainda hoje. A mensagem da graça inexprimível tem sentido para você? .
 

A MESA DO PÃO NO TABERNÁCULO

A mesa de pão, um dos instrumentos existentes dentro do Tabernáculo, era feito de madeira de acácia, e revestida com ouro puro. Medindo dois cúbitos (90 cm : 3 pés) de comprimento, um cúbito e meio (67.5 cm : 2.2 pés) de altura, e um cúbito (45 cm : 1.5 pés) de largura. Na mesa de pão 12 pedaços de pães cozidos eram sempre colocados, e este pão podia ser comido só por sacerdotes (Levítico 24:5-9).

Entre as características da mesa de pão estão: tinha uma armação de uma moldura ao redor dela; uma moldura de ouro estava ao redor desta armação; quatro argolas de ouro foram colocadas nos quatro cantos; e as argolas seguraram as varas de madeira de acácia revestida com ouro que eram usadas para transportar a mesa. Os utensílios na mesa - suas tigelas, copos, vaso, e cântaros para despejar - também eram feitos de ouro.

Êxodo 37:11-12 diz, "De ouro puro a cobriu e lhe fez uma bordadura de ouro ao redor. Também lhe fez moldura ao redor, na largura de quatro dedos, e lhe fez uma bordadura de ouro ao redor da moldura." A mesa de pão no Santo Lugar da Casa de Deus tinha uma armação que era tão alta quanto a largura de uma mão, e ao redor da moldura um molde de ouro foi colocado. Por que Deus ordenou a Moisés colocar desta maneira uma moldura? Esta moldura da largura de uma mão, posto para fora mais ou menos 10 cm (3.9 polegadas), era para prevenir que o pão na mesa viesse a cair.

Como só os sacerdotes podiam comer o pão que foi colocado na mesa de pão, então devemos nos tornar aqueles que podem comer este pão espiritualmente. Só quem foi salvo de seus pecados e recebeu a vida eterna crendo no batismo de Jesus Cristo e o sangue na Cruz - em outras palavras, só quem crê no evangelho da água e o Espírito como sua salvação - pode comer este pão. com isso conhecemos a verdadeira graça de Deus, que estava oculta e Hoje foi revelada a todos nós, Jamais Podemos confundir a Graça de Deus com a desgraça ensinada ai fora, aqui esta a revelação da verdadeira Graça.
 
Deus contigo Sempre.