sexta-feira, 8 de julho de 2011

Deus quer mudar a sua vida.


A MORTE DO DIABO

11 de Setembro; Afeganistão; Médio Oriente; Balcãs; Chechénia, Sudão. E histórias distantes: Vietname, as duas guerras mundiais, o Holocausto, a lista é interminável.
Mas uma coisa é clara: a história está encharcada de sangue. Desfigurada e mutilada pela violência e pelo mal. No entanto, poucos consideram o demónio responsável. Poucos o culpam. Para a esmagadora maioria, é sempre: “Porque razão Deus faz isto?” Ou, no caso de terramotos, fomes e inundações: “Atos de Deus”
Para ter a certeza, a própria noção de um diabo vivo não só é absurda ao pensamento secular, como também é estranha para muitos cristãos. Mas se a ausência do diabo na imaginação secular é compreensível, a sua ausência da consciência cristã é incompreensível, já que ele não é periférico, mas central para o drama
da salvação. Como 1 João 3:8 sucintamente coloca, “Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo”.
Novamente, Hebreus 2:14 afirma: “também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo”. O próprio Jesus ofereceu Sua libertação à pessoas possuídas pelo demônio como um sinal do advento do Reino de Deus (Mt 12:28). É por isso que na véspera de sua crucificação, ele declarou exultante: “agora será expulso o príncipe deste mundo” (João 12:31).
A Antiga Serpente.
Fundamental aqui é que a Bíblia apresenta claramente o diabo como um ser pessoal, e não como um mero
símbolo do mal. Precisamente, o revela como um gênio do mal de poder sobrenatural, de profunda malícia, e horrível destrutividade. Jesus o chamou de assassino e pai da mentira (João 8:44). Paulo disse que ele se disfarça como um anjo de luz (2 Coríntios. 11:14). Apocalipse 12:9 descreve-o como o grande dragão, a antiga serpente, que lidera o mundo inteiro perdido.
E acrescenta esta severa advertência: “Mas ai da terra e do mar! porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apoc 12:12). 1 Pedro 5:8 ecoa o mesmo aviso: “Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar” (1 Pedro 5:8). Efésios 6:12 diz que “não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes” (Efésios 6:12).
Em apresentar a vida cristã não simplesmente como uma luta contra os pecados pessoais mas como uma guerra cósmica entre o bem e o mal, o Novo Testamento revela as ocultas e profundas forças transcendentais por trás da experiência humana. E essas forças vem em acentuado relevo no livro do Apocalipse. Cristo, o cordeiro, guerreia contra Satanás, o grande dragão; e os animais (poderes terrestres) guerreiam contra a mulher pura, os santos. Ao todo, o Apocalipse, revela que as forças fundamentais que determinam a história do mundo não são políticas, sociais ou econômicas, mas cósmicas e espirituais.
Visto que a luta fundamental é cósmica e espiritual, Paulo lembrou aos cristãos: “as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas” (2 Coríntios 10:3-4). Simplificando, a guerra espiritual é travada com armas espirituais. Este ditado informa o princípio da não-violência cristã e também o mandato de Cristo de amar aos inimigos. Vistos no contexto do grande conflito, inimigos humanos são apenas agentes – embora agentes enganados ou vítimas do diabo – a serem desenganados ou ou vencidos pelo amor. O ponto é que, em vez de odiar os outros seres humanos, os cristãos dirigem sua inimizade para o verdadeiro autor do mal – o diabo. Então, novamente, a grande controvérsia fornece o contexto para o famoso aforismo de Paulo: “Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). Raça, classe e distinções de gênero tornam-se irrelevantes quando confrontadas com a distinção fundamental entre o bem e o mal.
A Ascensão da Superstição.
Nos quadros da grande controvérsia, os pilares do evangelho, não podem ser descartados sem violência para a mensagem no coração do evangelho, isto é, a obra salvadora de Jesus. No entanto, é exatamente isso que aconteceu. Entre 150-400 dC, por causa da influência da filosofia grega, houve uma grande mudança do dualismo apocalíptico judaico do bem e mal, luz e trevas para o dualismo platônico grego do corpo e alma, espírito e matéria. No pensamento grego, a matéria era a fonte de todo o mal no universo. Em outras palavras, não tinha realidade intrínseca, ou existência real. Era simplesmente a falta do que era bom, uma deficiência.
Evidentemente, esta visão do mal encontra-se afastada da Bíblia. No entanto, ela foi aprovada por Padres da Igreja – Orígenes, Agostinho e outros – na tentativa de defender o evangelho contra as heresias dualistas maniqueístas e gnósticas que igualavam o diabo com Deus. Apesar de bem intencionados, estes esforços não apenas deslocaram o motivo da grande controvérsia no pensamento cristão, mas também obscureceram a figura do diabo como um ser pessoal. Não só isso, a idéia grega do mal era muito abstrata para fazer sentido para os antigos cristãos iletrados. Não admira que estes recorreram aos deuses pagãos e a magia para lidarem com o mal e à adversidade. Assim que os deuses pagãos passaram a ser adotados como padroeiros ou intercessores diante Deus.[1].
Essa mistura de folclore grego e idéias bíblicas do mal produziram na Idade Média, uma figura contraditória e confusa, e ao mesmo tempo bem-humorada e monstruosa do diabo. Por exemplo, diziam ser ele coxo por causa de sua queda do céu, na cor preta, com pés de bode, chifres, língua bifurcada, uma cauda e asas de morcego. Acreditavam que ele tomava uma variedade de formas humanas ou tipos de homem/animal, ou a forma de diferentes animais, pássaros e répteis. Os contos populares falavam das roupas que ele usava, de como ele dançava, de como era frio e peludo, e como ele poderia ser enganado ou iludido. E a igreja medieval reforçou essa tradição na sua arte, teatro, liturgia e sermões. Por exemplo, ela ensinou que o diabo era alérgico a água benta e podia ser combatido com o sinal da cruz e a invocação dos santos. Além do mais, o ensinamento da Igreja sobre o inferno e o purgatório deram ao diabo um papel que implicava aliança entre ele e Deus. Ela ensinava não apenas que o inferno era um lugar real no centro da terra, mas que Satanás e seus demônios o presidiam como capangas de Deus. Quanto ao purgatório, era uma casa de recuperação para as almas no caminho para o céu. Embora sob o controle de Satanás, a igreja poderia libertar uma alma mediante o pagamento de indulgências. Ao todo, essas inumeráveis e contraditórias idéias sobre o inferno e o diabo o fizeram uma figura por demais conhecida. Clichês como ”Dar ao diabo sua dívida”, “O Advogado do Diabo”, e outros se originaram na Idade Média e refletem essa brincadeira com o diabo.
As Terríveis Consequências.
Esta brincadeira macabra era tão profunda que não é exagero dizer que a sociedade medieval tornou-se “morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo” (Apoc 18:2). Na verdade, segundo Norman Cohn, um historiador não-cristão, ao longo dos séculos medievais as massas tornaram-se convencidas “de que o mundo estava nas garras de demônios e seus aliados estavam em toda parte, mesmo no coração da cristandade” [2]. Estes aliados, como ensinado pela igreja, eram judeus, hereges e muçulmanos. No caso dos judeus, eles não eram apenas acusados de serem o anticristo, mas também de canibalismo ritual e de espalharem pragas. Ainda mais, eram representados na “arte e no teatro como diabos com chifres e rabos, enquanto na vida real a igreja e as autoridades seculares tentaram fazê-los usar chifres em seus chapéus” [3].
Porque os judeus foram culpados por todas as calamidades naturais e sociais que aconteciam na sociedade medieval, eles ficaram no imaginário popular praticamente como sinônimos do demônio. Assim, milhares deles, juntamente com valdenses e os cátaros foram massacrados durante as Cruzadas. Em uma paródia clara das batalhas apocalípticas descritas no Apocalipse, os cruzados viram a sua guerra contra os “infiéis” como o primeiro ato na batalha final que terminaria no abate do próprio diabo. Não admira que a igreja medieval estendeu a Inquisição para bruxas e bruxos suspeitos, que, juntamente com os judeus e hereges pensavam que formavam uma grande conspiração dirigida por Satanás contra a cristandade. Ainda assim, os judeus foram colocados no centro dessa conspiração demoníaca porque a assembléia em que os supostos feiticeiros dobravam seu comércio e tinham orgias sexuais com o diabo era chamada sabá.
Uma característica importante dos julgamentos de bruxaria eram as torturas brutais usadas para extrair confissões. Eram contos tão horríveis e tão bizarros que contribuíram grandemente para a “morte do demônio” na consciência moderna. Para ter certeza, foi muito difícil para a Igreja defender a existência do diabo em face do horror e do fanatismo religioso, inspirado por meio das Cruzadas, da Inquisição e das guerras religiosas do século XVII. Além disso, o clímax da loucura das bruxas coincidiu com a ascensão da ciência moderna, que quebrou dogmas sancionados pela igreja, como o universo geocêntrico, e expôs todas as crenças cristãs ao ceticismo. E por volta do século XVIII, o ceticismo transformou Satanás, mesmo entre muitos cristãos, em uma relíquia da superstição medieval, um mero símbolo do mal.
Coube para as disciplinas modernas de economia, sociologia e psicologia preencherem o vazio criado pela morte “de Satanás.” Na economia de Karl Marx (1818-1883) ele atribuiu o mal a exploração capitalista. Crie uma sociedade sem classes, afirmou ele, e o mal cessará. E a sociologia em grande parte seguiu Marx em atribuir o crime e o mal às instituições sociais disfuncionais, enquanto que a psicologia, principalmente sob a influência de Sigmund Freud (1856-1939), reduziu a Satanás a uma projeção da psique e atribuiu o mal a impulsos reprimidos, inconscientes, ou sexuais. Em suma, a certeza aqui era que o mal poderia ser explicado e erradicado por meio da razão e da educação.
De Repente, Ele Estava Vivo Novamente.
Mas esse otimismo ingênuo foi quebrado primeiro pela carnificina da I Guerra Mundial, e depois mais ainda pela II Guerra Mundial e o Holocausto. Ironicamente, o que deu ao Holocausto sua transcendente e destrutiva força foi o enxerto de temas apocalípticos às ideologias seculares do nacionalismo e do racismo. Em particular, e reminiscente ao anti-semitismo medieval, os nazistas transformaram os judeus em verdadeiros demônios, mas agora presos em uma luta cósmica com os arianos, a raça pura. “Dois mundos se enfrentam”, declarou Hitler, “os homens de Deus e os homens de Satanás! O judeu é o anti-homem, a criatura do outro deus. . . .Eu estabeleci o ariano e judeu uns contra os outros.”[4] Novamente, “eu estou agindo de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso. . . . Eu estou lutando pelo trabalho do Senhor “[5].
Hitler, ao que parece, pensou em si próprio como um messias. O Terceiro Reich, previu que ele duraria mil anos. Mas antes do milénio, “os Satânicos judeus” deveriam ser exterminados. Numa paródia grotesca da destruição do tempo do fim dos ímpios, os nazistas queimaram 6 milhões de judeus nas câmaras de gás. No entanto, apesar de caricaturizarem as crenças cristãs, as verdadeiras raízes da ideologia nazista estavam no ocultismo, uma mistura diabólica de religiões germânicas, teosofia, hinduísmo e gnosticismo. Por uma questão de fato, a afirmação de Hitler de que judeus eram “seres de um outro deus” está enraizada na antiga idéia gnóstica de que o deus judaico, o criador do universo material, era realmente o diabo.
O Santo Deus de Israel, o diabo? Que perversão e sacrilégio! Mas, então, esta profunda trama de satanás “deslocou sua própria e horrível crueldade de caráter para nosso Pai celestial” [6]. E, seres humanos, também. As idéias, imagens e mitos no coração do moderno anti-semitismo e do racismo eram antes atribuídas ao demônio na Idade Média. Como o diabo desapareceu com o advento da modernidade, esses mitos congelaram em torno de judeus e negros.[7] Andrew Delbanco faz o mesmo apontamento sobre o racismo americano, em seu livro A Morte de Satanás: Como os americanos perderam o Senso do Diabo.[8] É claro, projetar o mal sobre outros, é universal. Mas o fundamental aqui é que é uma consequência lógica da “morte do demônio”, ou mais precisamente, da capacidade do diabo de consumar e simular sua morte ou inexistência.
Na verdade, é por se fingir de morto que o diabo tem sido capaz de “prontamente controlar as mentes daqueles que estão inconscientes de sua influência.” [9] Ou, trazer o mundo todo sob seu domínio, ou até mais, levar os cristãos a cometer atrocidades monstruosas em nome de Deus, causando a Ele descrédito e até mesmo ódio. O ateísmo e falsas idéias sobre Deus não podem ser dissipados sem um conhecimento correto do caráter de Satanás, sua história de dissimulação, e suas obras.
O ponto crucial é: o diabo da Escritura deve ser separado do diabo do mito e da tradição. O diabo da Escritura não é uma piada ou um mero símbolo. Ele é real, pessoal e mal.
E ele, não Deus, deve ser responsabilizado por toda a miséria e mal que há no mundo.Chegou a hora , de mostrar ao mundo que o diabo que a biblia fala esta ai destruindo e tentando obscurecer  a Luz do evangelho, vamos com tudo para cima do Diabo, e jamais para cima da Igreja do Deus vivo. vem comigo vamos botar fogo no diabo.
 
Deus contigo Sempre.

domingo, 3 de julho de 2011

Deus quer Mudar a sua Vida.

REBELIÃO E QUEDA DE LÚCIFER

Lúcifer, o portador de luz, era o mais sábio e poderoso dentre todos os anjos de Deus. Tão sábio e poderoso que desejou ser semelhante ao Senhor. Como um ser criado, que era, não poderia ser admitido nos conselhos da divindade, como desejava, prerrogativa apenas do Ser supremo e Criador: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Imaginando poder ser igual ao Filho de Deus, em Quem não podia já divisar sabedoria, glória e poder superiores aos que possuía, corrompeu-se a sua perfeição e irrompeu em rebelião contra Deus e o Seu governo universal.

A Escritura Sagrada revela, referindo se à sua rebelião, queda e futura destruição: As¬sim diz o Senhor Jeová: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria, perfeito em formosura. Estavas no Éden, Jardim de Deus; toda a pedra preciosa era a tua cobertura... a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas.

Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti. Na multiplicação do teu comércio se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei profanado fora do monte de Deus, e te farei perecer, ó querubim protector, entre pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniquidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; Eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu a ti, e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos dos que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais serás para sempre (Ezequiel 28:12-19). Como caíste do Céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte.

Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E, contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo (Isaías 14:12-15).
Ao rebelar-se Lúcifer contra Deus e o Seu governo, foi expulso das cortes celestiais, do lugar de onde o Universo é governado, após rejeitar todas as oportunidades oferecidas pela misericórdia de Deus para voltar atrás. Transformou se em Satanás o adversário de Deus, colocando em seu coração o intento de transtornar o governo de Jeová, o Senhor dos Exércitos. Passou, então, da condição de mais exaltado dentre todos os anjos, a inimigo declarado de Seu governo e de Seus princípios eternos e santos, tendo levado em sua rebelião a terça parte de todos os anjos do Senhor (Apocalipse 12:7-9).
Hoje em Dia vemos tantos Lideres, agredindo outros lideres, somente porque um pensa diferente do outro, estamos na hora de unir-mos e orar-mos um pelos outros, somos diferentes sim, mais amamos Deus e queremos fazer o melhor, jamais queremos dividir, acho que esse deve ser o pensamento, mais esta um pouco dificil de ser assim, enquanto muitos segue dividindo, eu sigo orando a Deus por Todos, muita felicidade a Todos,
Deus com voces sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Deus quer Mudar Sua vida.

ESPIRITISMO É A REBELIÃO CONTRA DEUS.

A verdadeira natureza do espiritismo é a rebelião contra Deus. Isso é claramente visto na queda de Saul. Embora escolhido por Deus para ser rei, começou a rejeitar a orientação que o Senhor lhe tinha dado através do profeta Samuel. Quando ordenado a esperar pelo profeta, por sete dias (1 Samuel 10:8), tornou-se impaciente com o crescente número de filisteus que se reuniram para atacar Israel e com as deserções das suas próprias forças. Então, decidiu ele mesmo oferecer o holocausto, em vez de esperar por instruções (1 Samuel 13:11-14). Essa disposição para seguir a sua própria vontade contrária aos mandamentos do Senhor, continuou quando Saul foi convidado a matar os ímpios amalequitas e não trazer prisioneiros ou gado como despojos de guerra (1 Samuel 15:1-3). A sentença sobre os amalequitas tinha sido adiada durante 400 anos para dar-lhes tempo para se arrependerem, mas a sua idolatria degradante, os seu desafio a Deus e o facto de que eles foram os primeiros a atacar Israel os tinha cauterizado e prontos para o julgamento (Deuteronómio 25:19). Ao contrário do comando dado, Saul decidiu manter o melhor do gado, e desculpou-se dizendo que era para sacrificar ao Senhor. O Senhor estava descontente e o profeta Samuel repreendeu Saul dizendo:
“Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (1 Samuel 15:22-23).
Aqui vemos que a rebelião eatá ligada à feitiçaria, porque está efetivamente relacionada no se afastar de Deus e fazer a própria vontade. Isto é ilustrado na batalha final de Saul com os filisteus, quando em desespero, ele procurou a bruxa de Endor (1 Samuel 28:7). Este foi o seu último ato de rebelião contra o Senhor, pelo qual perdeu a sua vida (1 Crónicas 10:13-14). Tivesse Saul verdadeiramente se arrependido, o Senhor o teria perdoado, mas ele foi além do conselho. Ele ficou obcecado em perseguir o homem escolhido por Deus para ser seu sucessor. Ele tornou-se paranóico, matou os sacerdotes do Senhor quando suspeitou que estavam aliados a David (1 Samuel 22:13-19). Na perseguição a David ele imprudentemente deixou o reino desprotegido e os filisteus o invadiram em grande número. Em desespero, Saul foi consultar a feiticeira de Endor e isso selou o seu próprio destino, ele tinha escolhido Satanás em vez do Senhor.
Outro exemplo de rebelião foi quando os filhos de Israel estavam na fronteira da Terra Prometida (Número 22:01, 25). Eles foram levados para um festival pagão pelos moabitas e midianitas em que sacrifícios eram oferecidos aos mortos “(Salmo 106:28), os quais são na verdade seres demoníacos (1 Coríntios 10:20). O povo foi levado à imoralidade e idolatria, quando deveriam estar a preparar-se para entrar na Terra Prometida, a orar e a recitar as Escrituras sagradas. Essa apostasia é um aviso para nós (Israel espiritual) hoje, (1 Coríntios 10:11, Romanos 9:6; 11:25) que também estamos nas fronteiras de nossa Terra Prometida – A Nova Terra (2 Pedro 3:13). Uma apostasia semelhante surgirá na tentativa de impedir o povo de Deus de tomar posse da sua herança. Mais uma vez, a história repetir-se-á, que envolverá forças demoníacas e desobediência às leis de Deus.
O espiritismo pode parecer inofensivo, mas é de fato um afastamento do Senhor, por isso é tão grave. As pessoas podem pensar que o espiritismo e bom, ou que a consulta aos astros é um pouco de diversão, mas elas estão  entrando em território inimigo e estão em perigo de serem ludibriadas. A melhor alternativa é voltar para o Senhor e andar de acordo com os Seus estatutos, os quais podem trazer a verdadeira felicidade:
“Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos” (Salmo 19:8).
A impaciência para se obter riquezas ou saber sobre o futuro, ou tentar encontrar a cura de uma doença através de um curandeiro pode surgir de uma falta de fé em Deus. Consultar forças espíritas é um erro terrível, o final é a separação de Deus. Esperar pacientemente no Senhor traz as bênçãos que realmente precisamos (Salmo 27:14, 37:7, 9, 34). O povo de Deus é aconselhado a esperar pacientemente pela vinda do Senhor (Tiago 5:8).
O rei Acaz é outro exemplo de alguém que se rebelou contra o Senhor quando aconselhado pelo profeta Jeremias a submeter-se ao jugo de Nabucodonosor como um castigo pelos pecados da nação (Jeremias 25:6-7). Os falsos profetas do rei profetizavam a mentira a ele e para o povo (Jeremias 27:9-10), dizendo-lhes o que eles queriam ouvir. Mas o resultado foi que os receios do rei vieram sobre ele, e a nação foi levada para a Babilónia. Se tivessem ouvido a Palavra do Senhor e afastado desses falsos deuses, poderiam ter permanecido na sua própria terra. No final, as promessas dos espíritos não deram em nada. Somente as promessas de Deus são certas e dignas de confiança, ainda que tenhamos que esperar por elas (Isaías 55:11). O homem terreno quer a sua riqueza hoje, mas o homem espiritual aguarda a sua recompensa na vida futura. Muitas vezes, a razão de se voltar ao espiritismo é o desejo de ser rico nesta vida.
A cobiça está no coração da rebelião contra Deus. Simão, o Mago, pensou que poderia comprar o Espírito Santo com dinheiro (Atos 8:18); Balaão queria usar técnicas de adivinhação para ficar rico (Número 22:07) apesar de ter sido um profeta do Senhor! No final do tempo, a igreja é retratada como tendo se tornado materialista e infiltrada com feitiçaria:
“…porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias” (Apocalipse 18:23).
Qualquer que busca tornar-se rico neste mundo está à procura de problemas, e irá perfurar-se com muitas dores (1 Timóteo 6:10). Em última análise, o amor ao dinheiro leva as pessoas a rejeitarem a Deus (Mateus 6:24). Se esperarmos pacientemente, Deus nos dará riquezas para além da nossa imaginação, no mundo por vir, a Nova Jerusalém é pavimentada com ouro e é um lugar de perfeita paz e felicidade, sem pecado, sofrimento, tristeza ou morte (Apocalipse 21:3 - 4). Deus quer que O amemos e aceitemos o sacrifício feito em nosso favor pelo Seu Filho (João 3:16, 1 João 4:10). O verdadeiro caminho para o céu, o caminho estreito, não oferece riquezas nesta vida, mas leva-nos à cidade eterna (Hebreus 11:10). O caminho largo, o caminho para Endor, pode prometer riqueza e felicidade, mas termina em decepção e destruição (Mateus 7:13-14). Jesus está a chamar e mostra o Seu grande amor e sacrifício por nós que pagou o preço pelos nossos pecados (1 Coríntios 6:20, 1 Pedro 2:24). Ele quer que sejamos parte do seu reino, baseado não no egoísmo, mas no amor desinteressado pelos outros. Não acumular riqueza para nós mesmos, mas ministrar aos outros é a base do céu (Lucas 12:13-21).
hoje em Dia vemos o quanto o espiritismo esta dentro de certas igreja, com isso esta levantando uma geração de revoltados, precisamos entender o que realmente vale , o evangelho da agua pura e transparente, que e sem duvida  o evangelho do Espirto Santo.ou esse evangelho que esta ai fora, um evangelho de revoltados, um evangelho da revolta, eu Prefiro o da agua e do Espirito Santo de Deus, Prefiro fiver em Paz, Saude e felicidade, e voce?

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Deus quer mudar a sua vida.

LEI DE DEUS EXPLICADA AOS GÁLATAS
Gálatas 2:16 - “Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei e sim mediante a fé em Jesus Cristo, também temos crido em Jesus Cristo, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.”
Paulo como que franze o sobrolho, olhando para Pedro e os demais apóstolos e discípulos, usando da sua fina dialética, mostra-lhes o poder do evangelho.
Circuncisão era uma exigência da Lei Cerimonial, necessária antes de Cristo. Mas após a morte do Senhor, cumprir esse ritual era buscar justificação pelas obras; por isso Paulo rebateu essa posição, pois o necessário agora era demonstrar e exercer fé no sacrifício de Jesus, e nada mais. Querer, portanto, praticar esse ritual depois que foi cancelado, era tentar justificar-se a si próprio, o que contraditava o Evangelho de Jesus.
Por isso Paulo enfatiza: “Por obras da lei ninguém será justificado.” Corretíssimo. A Lei Cerimonial não se compunha somente do dogma da circuncisão, mas de uma infinidade de cerimónias; porém, o problema na ordem do dia é ela. O foco principal discorrido entre Paulo e os demais, é a circuncisão comentada na epístola.
Gálatas 2:21 - “Não anulo a graça de Deus, porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu inutilmente.”
Antes do advento do Messias, Deus dera aos judeus, em especial, um ritual maravilhoso. Um conjunto de cerimónias, acompanhado de variadas ordenanças. A obrigação era exigível, pois todo o cerimonial apontava para Jesus. Era portanto necessário até que Ele viesse. Vindo porém o Filho de Deus, todo aquele cerimonial, embora belo e requerido, tornara-se inútil, pois era sombra de Jesus (Hebreus 10:1). Paulo por sua vez, compreendeu assim, aceitou o fato e colocou-o em prática. Por isso, indignou-se, ao ver, agora, novamente os discípulos voltarem a circuncidar-se.
Mais irritado ficou, ao notar os próprios apóstolos presenciarem essa disposição dos crentes e nada fazerem. Permaneciam inertes. Daí causar, em Paulo, repulsa tal que levou a repreender não somente os discípulos mas também a Pedro. Paulo não concordava de modo algum, com a atitude daqueles homens que tiveram repetidas vezes o esclarecimento do plano de salvação. Um plano tão detalhado, com o seu cumprimento na morte vicária de Jesus, voltar agora aos rituais abolidos. Era como se essas praticas pudessem justificar o ofertante, então Jesus teria morrido em vão, perguntava Paulo.
Ressaltando que a “lei” focada é sem dúvida nenhuma a Lei Cerimonial, pois tudo está exatamente dentro do mesmo fim explicativo de Paulo, da sequência do pensamento discorrido por ele no capítulo 2. Por isso não há razão para o isolar. Isolando-o, perderá o seu sentido real. Destruirá o pensamento proposto e

ardorosamente defendido por Paulo.
Gálatas 3:10 - “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as cousas escritas no livro da lei, para praticá-las.”
Se tivéssemos aberto a Bíblia agora, tomando este versículo separado, lendo-o, e em seguida fechando-a, certamente iríamos interpreta-la de maneira errónea. Mas infelizmente é desta forma que a mensagem do apóstolo Paulo é estudada por muitos. Servindo-se deste versículo, muitos pregam falsas verdades e escrevem grosseiras falsidades, enganando muita gente sincera.
1.º - Quem pratica ou permanece em “todas cousas escritas no livro da lei” está sob maldição. Logicamente não poderá ser a Lei Moral ou os Dez Mandamentos, que a Bíblia mostra sem deixar qualquer dúvida. As Escrituras deixam bem claro que os Dez Mandamentos são eternos e não mudam. E estes mesmos Dez Mandamentos entregue a Moisés no monte Sinai foram divididos sabiamente em duas partes pelo Seu Criador.
Os quatro primeiros dizem respeito à nossa obrigação para com Deus, e os seis restantes, para com o nosso próximo. Assim que, amar a Deus de todo coração, de toda a alma e entendimento, é cumprir os primeiros Quatro Mandamentos da primeira tábua de pedra. E amar os nossos semelhantes como a nós mesmos é cumprir os Seis Mandamentos restantes na segunda tábua de pedra. Portanto se isso é maldição, pedimos-lhe para afirmar: é irracional, Inconcebível, insuportável e inverossímil.
2.º - Essa lei que Paulo menciona foi escrita num livro. Portanto, só isso bastaria para os sinceros crentes compreenderem que essa lei focada pelo apóstolo é a Lei Cerimonial, haja vista que os Dez Mandamentos foram escritos pelo próprio Deus e em pedras (Êxodo 31:18). Ora, pedra é granito, livro é pergaminho, pele de animal e casca de madeira. Por isso mesmo é bastante diferente. Ademais, quem escreveu essa lei insistentemente abordada em Gálatas, não foi Deus, e sim Moisés, é o que descobrimos na leitura de Deuteronômio 31:24, que diz: “Tendo Moisés acabado de escrever, integralmente, as palavras desta lei num livro…”
Gálatas 4:5 - “Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”
A Lei Cerimonial apontava para Cristo como afirma Paulo, e Cristo veio exatamente para tomar o lugar da oferta que era morta no ritual da manhã e da tarde, pelo pecado. (Êxodo 29:38 a 41; Isaías 1:13; Malaquias 2:8 e 9). Ele acabou com todos os símbolos que apontavam para a Sua obra redentora. Por isso recebemos a “adoção de filhos”. Fomos precipitados pelo pecado, perdemos a condição de filhos; entretanto agora, arrancados das garras de Satanás, fomos “adotados” por Cristo, pelo Seu sangue e sacrifício na cruz do Calvário. Paulo procurava insistentemente mostrar aos gálatas que, com a vinda do Messias Jesus, o homem não podia ser salvo sob o judaísmo, escorado na Lei Cerimonial.
Gálatas 4:9 e 10 - “Mas agora, conhecemos a Deus, ou antes, sendo conhecidos de Deus, como estais voltando outra vez, a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses e tempos, e anos.”
Após um longo estudo sobre as diferenças entre a Lei Moral e Cerimonial, temos a certeza absoluta onde encaixar e enquadrar “esses rudimentos fracos e pobres.” Entretanto deixaremos bem gravado que a “lei” enfocada novamente por Paulo, é aquela que a Bíblia nos diz ser: Lei Cerimonial, porquê:
1.º - Na sequência do pensamento de Paulo mostra-se a inutilidade daquelas cerimónias introduzidas pelos judaizantes durante o tempo que esteve ausente. Diz que é maldito (Gálatas 3:10) todo aquele que praticar aquelas obras, depois que se tornaram obsoletas. Por outro lado, na Lei Moral, não existem cerimónias. Pelo contrário Ela enobrece o homem, moralizando-o, daí não conter maldição.
2.º - Menciona Paulo que a Lei Cerimonial foi escrita num livro (Gálatas 3:10), ao passo que a Lei Moral foi escrita em blocos de pedra (Êxodo 31:18).
3.º - Diz Paulo que a Lei Cerimonial tinha um propósito: mostrar a obra redentora de Cristo. E isso não pode ser requerido da Lei Moral. Nos Dez Mandamentos não há ordem para circuncidar, nem matar animais, ou outro ritual qualquer, os quais simbolizavam e apontavam a obra de expiação de Jesus.
4.º - Ninguém será maldito por guardar a Lei Moral; pelo contrário, ela ajuda o homem a tornar-se elevado, nobre e a ter bons princípios e valores. A Lei do Senhor (Dez Mandamentos) é perfeita (Salmo 19:7).
5.º - A Lei Moral não tem “rudimentos”, e sim “Mandamentos” (Salmo 119:34 a 36). Em Romanos 7:12: “Por conseguinte, a Lei é santa; e o Mandamento santo, e justo, e bom.”
Fica por conseguinte, claríssimo que a “lei” de “rudimentos fracos e pobres” jamais pode ser a Lei Moral, que é enaltecida por Paulo, e que mesmo a fé não pode anular (Romanos 3:31). “Pelo contrário, a Bíblia diz que os Dez Mandamentos e o testemunho de Jesus são requisitos, características, para distinguir os filhos de Deus, nos momentos finais deste mundo. (Apocalipse 12:17 e Apocalipse 14:12).”
6.º - Portanto a Lei Cerimonial é que se enquadra no texto, pois ela, sim tem “rudimentos”, e estes são comprovadamente, “fracos e pobres”, foram e são impotentes para justificar. Cumpriram a sua missão e pronto. Acabou. E note o paradoxo, foram anulados pela fé em Cristo.
7.º - A Lei Moral não exige a guarda de “dias” e sim de “um” dia, ordenado por Deus – o Sábado – memorial eterno do Seu poder Criador.que por mandamento foi o unico dia que Deus mandava quardar,e foi abolido devido o Senhor Jesus se Tornar ate o Senhor do sabado.Mateus 12:8.
8.º - Na lei Cerimonial havia sim “dias”, “meses” e “anos”. Eram sete festas anuais, consideradas feriados altamente solenes, são elas:
1.ª - Páscoa.
2.ª - Festa dos Pães Asmos.
3.ª - Festa das Primícias (Pentecostes).
4.ª - Memória da Jubilação (Festa das Trombetas).
5.ª - Dia da Expiação.
6.ª - 1.º Dia da Festa dos Tabernáculos.
7.ª - Último Dia da Festa dos Tabernáculos.
Estas festas davam-se no decorrer do ano judaico. Eram datas fixas em dias móveis. Por exemplo, data fixa quer dizer: um dia de determinado mês. Dia móvel indica que esse dia podia cair numa segunda, quarta, quinta, sábado, etc. (Assim como o nosso dia 7 de setembro, que é feriado nacional,para todos nos brasileiros, não cai continuamente no mesmo dia da semana, porém é uma data fixa,(7 de setembro.). Eram “dias” guardados com tanta solenidade pelos judeus que se assemelhavam ao sábado do sétimo dia da semana, porque, naqueles “dias” em que caíam tais festas, toda a nação parava.
Os afazeres quotidianos e seculares findavam, semelhante ao que faziam durante o Sábado do Senhor. Aliás esses “dias” eram também chamados de sábados (Isaías 1:13 e 14; Oseías 2:11). A páscoa ocorrida na semana em que Cristo foi crucificado, coincidiu cair no dia no Sábado do Sétimo dia da semana; por isso foi “grande aquele Sábado” (João 19:31). Era o sábado cerimonial, dentro do Sábado Moral dos Dez Mandamentos.que foi abolido por Jesus .
Assim que, os gálatas guardavam “dias” (eram esses feriados), “meses” (porque eram meses fixos), e “anos” (durante todos os anos, até a morte de Jesus – Hebreus 10:1). Exatamente como bem realçou Paulo aos gálatas, que retornavam ao judaísmo, empurrados pelos professores judaizantes.
Portanto nada mais claro e lógico que a “lei” insistentemente abordada por Paulo aos gálatas não é outra senão a Lei Cerimonial. É o que diz a Bíblia. Resta da sua parte a decisão para aceitar.
Gálatas 5:1 a 4 - “Estais pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do julgo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós, os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.”
Repare que Paulo novamente enfatiza o tema central especulativo da epístola: a circuncisão. Os gálatas buscavam com “ousadia e muita severidade” a justificação pelas suas próprias obras, e o apóstolo sabia que nada disso tinha valor; mesmo que eles observassem todos os ritos mosaicos com a maior sinceridade, de nada adiantaria. O homem só será justificado e salvo pela fé em Cristo, nada mais.
Paulo então determina, como que cansado de falar, argumentar e repreende: “Se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará”. E isso é fácil de compreender agora, pelo estudo que fazemos de toda a epístola de Gálatas.
Cristo Jesus morreu. A Sua morte cancelou a Lei Cerimonial. Agora era necessário apenas exercer fé no ressurreto Filho de Deus, para que o homem fosse justificado. Isso é graça. Se os gálatas continuassem a buscar a justificação pelo cumprimento e prática das obras da Lei Cerimonial, a graça não teria nenhum valor para eles. Por certo, “da graça cairiam”.
Gálatas 5:6 - “Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem virtude alguma; mas a fé que opera pelo amor.”
Que clareza meridiana! Que declaração límpida! Perceptível! Só uma mente cauterizada, indecisa, deixará de alcançar o que Paulo passou toda a epístola combatendo, lutando para colocar na mente dos gálatas que o ritual da circuncisão, sendo parte integrante e saliente dos dogmas cerimoniais, perdera o seu valor e significado com o advento do Messias. Aliás, para eles isso não era uma doutrina nova, fora o evangelho que Paulo lhes pregou anteriormente. Eles tinham aceito desta forma e até posto em prática, pois o que se depreende do versículo seguinte é isso, note bem o versículo de Gálatas 5:7.
Gálatas 5:7 - ” Vós corríeis bem; quem vos impediu para não obedeçais à verdade?”
“Quem vos impediu…?“
Observe a enfática indagação de Paulo.
Quem?… Os professores judaizantes. Eles adoçaram sua mensagem de tal maneira, que não demorou muito e os gálatas estavam todos elevados e apegados à circuncisão. Os tais professores, naturalmente, devem ter-se servido de argumentos contundentes, porque, deixar os ensinamentos de Paulo anteriormente recebidos, para aceitar aquelas ordenanças agora obsoletas, apagadas, sem vida, é demais.
Gálatas 5:10 e 12“Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação. Tomara até se mutilassem os que vos incitam à rebeldia.”
Paulo pregava o evangelho da liberdade. Cristo concedera a liberdade pelo Evangelho. Fé, somente fé no Seu sacrifício. Fé e testemunho em favor de Cristo, eis tudo que era necessário. Entretanto, queriam novamente os gálatas meter-se debaixo da servidão do ritual mosaico; reviver os momentos solenes do sistema sacrifical e da infinidade de cerimónias, agora inúteis e sem nenhuma expressão, pois Jesus Cristo, o justo, tornara-Se a oferta viva pelo pecado, o Cordeiro Pascal, e, assim, abolira a Lei Cerimonial, conforme a mesma assegura e é por Paulo confirmado em Colossenses 2:14. Havendo riscado a cédula que era contra nós, nas suas ordenanças , a qual de alguma maneira nos era contraria,cravando-a na cruz.
Foi realmente o que aconteceu. Quando exausto o Salvador expirava na cruz, lá no Templo de Jerusalém o sacerdote se preparava para oficiar o ritual da tarde, alheio ao magistral acontecimento daquele fatídico dia.
O cordeirinho estava amarrado sobre o altar, semelhante ao que era feito durante milénios. Naquela tarde, como de costume, o animalzinho seria sacrificado. Ao bradar Jesus: “está consumado”, toda a natureza se mostrou repulsa pelo triste quadro, retirando a sua luz natural, e os elementos, entrando em comoção, suspiravam pela vida do Seu Criador, enquanto que miraculosamente, o cordeiro se desprende do altar e foge, deixando apavorado o sacerdote ministrante, e, para sua completa confusão daquela situação, nota que o véu do templo, que separava o lugar santo do santíssimo, rasga-se de alto a baixo por mãos potentes e invisíveis (Mateus 27:51).
Era o cumprimento in-loco de todas as profecias messiânicas do Antigo Testamento. Em especial a de Daniel 9:27, que agora cumpre-se fidedignamente:
Daniel 9:27 - “Ele fará firme Aliança com muitos, por uma semana; na metade fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares…”
Terminara portanto o ritual que por milênios impressionara os judeus. Pendia altaneiro do Gólgota o Messias Jesus, e agora, a cruz tornara-se o emblema de fé, símbolo de salvação. Findara a era da justificação pelas obras da Lei Cerimonial, e raiava a era da justificação pela fé em Cristo. E isso os gálatas rejeitavam, absorvidos pelo vento de doutrinas dos “professores judaizantes”.
Gálatas 6:13 - “Porque nem ainda esses mesmos que se circuncidam guardam a lei, mas querem que vos circuncideis para se gloriarem na vossa carne.”
Neste versículo Paulo deixa claro que todo o tema e preocupação da epístola de Gálatas, são motivados pela circuncisão. Isso aceitarão os sinceros de coração que são os “cidadãos do Céu”; porque afirma o apóstolo, aqueles heréticos ensinadores “professores judaizantes” que despertaram novamente a circuncisão na igreja dos gálatas, eles mesmos não guardavam a Lei Cerimonial, por que esta não se compunha apenas do rito da circuncisão, mas de uma infinidade de ritos cerimoniais.
Viaje em pensamento até a Igreja de Corinto, sente-se no primeiro banco, poste-se diante do Rei do Céu, pois convidamos o campeão da cruz, para pregar um grandioso sermão para você. Ei-lo:
I Coríntios 7:19 - “A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é a observância dos mandamentos de Deus.”
Aqui Paulo define claramente as duas leis que geravam este conflito dos gálatas. Nega com veemência a lei da circuncisão (Cerimonial) e realça os mandamentos de Deus (Lei Moral). Assim com a descoberta da lei que Paulo menciona insistente e exaustivamente, na Epístola aos Gálatas, cuja preocupação geral foi a circuncisão, leva-nos sem dúvida até a Lei Cerimonial.
A Lei de Deus, revela a condição do homem, é como um espelho que nos mostra como estamos, cabe a essa Lei mostrar o nosso pecado, e a Cristo, quando assim permitimos através da verdadeira fé e obediência, remove-los, nos ajudando assim a alcançar a graça de Sua salvação.
Esta gloriosa “lei” que revela a condição do homem, que lhe mostra o pecado, que é sobretudo o fundamento do Seu governo, de Seu caráter, será norma de justiça no grande julgamento do Senhor, o DIA DO JUÍZO. (Eclesiastes 12:13 e 14; II Coríntios 5:10)
A decisão deve ser feita. Lembre-se: você será um vencedor, se for humilde, em aceitar o que diz a Bíblia.
termino esse estudo certo que a partir de Hoje voce , jamais vai ter duvida sobre a Lei e a graça.com isso creio que essa Palavra revelada vai fazer a diferença na sua vida. Te amo em cristo ..
Lembre-se Jesus Cristo é Senhor até do Sabado.
Mateus 12;8.
Deus contigo sempre.
Por Jorge Francisco de Castilho.