quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Missões quem deve ajudar !!!


 Se a Sua Igreja Esta Sem Cobertura espiritual e voce sonha em Crescer? Fala Com o Ap.Jorge Castilho.
 Contatos abaixo.
Texto: “Havia na igreja de
Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram” (Atos 13.1-3).

Introdução: Porque será que quando nos encontramos com Cristo, isto é, graciosamente recebemos a salvação, não fomos levados para casa, o céu? Porque o Pai nos manteve aqui com o propósito de implantar o seu Reino! Eu e você somos os instrumentos, os vocacionados por ele para o seu projeto na terra. Por isso a Palavra de Deus levando salvação precisa ser pregada em toda a terra.

Vejamos quatro perguntas importantes sobre missões:

“Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm 10.14,15).

1. Como invocarão Aquele em quem não creram?

a. Precisam conhecer o Pai – “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Jo 3.16,17).

b. Necessitam conhecer o filho – “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

c. Devem ser convencidos pelo Espírito Santo – “Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16.7,8).

d. Precisam ser atraídos pelo Salvador – “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (Jo 12.32).

2. Como crerão naquele de quem nada ouviram?

a. Jesus nos enviou a anunciar a Palavra da Salvação – “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28.19,20).

b. Ele nos ordenou a pregar – “Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar” (Mc 3.14). Veja também as instruções de Paulo a Timóteo: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros” (2 Tm 2.2).

c. É nossa a tarefa de testemunhar de Jesus - “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8).

3. Como ouvirão se não há quem pregue?

a. Cada filho de Deus é um enviado – “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo” (Jo 17.18). Veja o que diz o profeta Isaias: “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is 52.7).

b. A nós foi confiado o ministério da reconciliação – “Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2 Co 5.18-20).

c. Fomos ordenados por Jesus a pregar o evangelho – “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15).

4. Como pregarão se não forem enviados?

a. São formosos os pés dos enviados – “E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: Quão formosos são os pés dos que anunciam coisas boas!” (Rm 10.15).

b. Somos chamados seus mensageiros ou enviados – “Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre” (At 13.4). Como João Batista, fomos enviados para preparar o caminho para a vinda de Jesus: “Este é aquele de quem está escrito: Eis aí envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti” (Lc 7.27).

c. Fomos chamados a seguir os passos de Jesus – “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória” (Is 61.1-3).

Conclusão: Precisamos nos mover, sair da paralisia e anunciar as verdades do Reino de Deus para todos os povos. Se voce ja ofertou alguma vez para missões e parou ou ate mesmo ouviu a voz do estranho, dizendo para de ajudar, e sem perceber voce escutou, creia Deus tem esse chamado para sua vida A ordem, o comando já foi dado a cada um de nós, e que o Espírito de Deus nos instrua e fortaleça nessa importante tarefa. Ajude Deus te reconpensara.
Contatos 
projetoamorsemfronteiras1@hotmail.com
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pastorjorgecastilho@hotmail.com

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O Deus Mais que Sufiente.

“Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe:
Eu sou o Deus Todo-Poderoso…”
(Gênesis 17.1.)
Tenho notado que as pessoas ficam muito animadas acerca de seus sonhos. Este entusiasmo tem feito elas levantarem a cada dia com propósito e muita paixão. Mas o tempo passa e toda aquela paixão, todo o ânimo transforma em desilusão, as pressões fez apagar a chama que os impulsionavam. Perderam aquela chama, aquele fogo.
Se você não esta tendo alegria, vontade, para lutar? Saiba de uma coisa, nós servimos um Deus que é mais que suficiente e Ele tem mais que o suficiente!
A palavra hebraica original neste versículo é El Shaddai, que significa “o único todo-suficiente” ou o Deus da abundância. Em outras palavras, nosso Deus, é simplesmente mais do que suficiente! Ele não está preocupado com a forma como Ele vai satisfazer suas necessidades. Ele não está querendo saber como Ele vai te abençoar, Ele já está transbordando sua vida com tudo que você precisa. Você sabe por quê? Ele quer te abençar abundantemente para que você possa ser uma bênção para outras pessoas. Ele quer que você seja Seu reflexo na terra. Mas você tem que primeiro receber o que Ele quer fazer em sua vida. Você não pode ir por aí com atitude negativa, atitude derrotista e esperar para ver as bênçãos de Deus. A Bíblia nos diz que é a nossa fé que agrada a Deus.
Vamos, manter uma atitude de fé e esperança. Lembre-se, servir ao Deus Todo-Poderoso. Ele promete suprir todas as suas necessidades, porque Ele é El Shaddai, o Deus de mais do que suficiente!
Venha Fazer Parte do "Projeto Amor Sem Fronteiras".
Oremos: Deus Pai, eu acredito que o Senhor deseja suprir todas as minhas necessidades. Tu és o Deus mais do que suficiente. Hoje, eu receber a Tua palavra e escolho ter uma atitude de fé e esperança. Obrigado por sua bondade e fidelidade para mim. Em Nome de Jesus. Amém.
Até a próxima,
projetoamorsemfronteiras1@hotmail.com

Ap: Jorge Castilho.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Motivos para ser dizimista.


Todo Cristão verdadeiro entrega fielmente os seus Dízimos ao Senhor por 10 motivos...
1 – Porque reconhece que tudo o que tem veio de Deus:
“... a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles” (Daniel 4:17b).
2 - Porque sabe que a Terra é do Senhor:
“Do SENHOR é a Terra e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam (Salmo 24:1). Minha é a prata e meu é o ouro” (Ageu 2:8).
3 - Porque sabe que o Dízimo é do Senhor:
“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do Senhor” (Levítico 27:31 a).
4 - Porque reconhece que o Dízimo é de uso exclusivo de Deus:
“... o Dízimo será Santo ao Senhor” (Levítico 27:32b).
5 - Porque sabe que o Dízimo é o sustento da Casas de Deus:
“Trazei todos os Dízimos à Casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha Casa...” (Malaquias 3:10a).
6 - Porque Deus prometeu abençoar ricamente os Dizimistas:
“... e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do Céu e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança” (Ml 3:10b).
7 - Porque só Deus pode repreender o devorador:
“E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra, e a vide no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”(Ml 3:11).
8 - Porque não quer roubar a Deus:
“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas” (Ml 3:8).
9 - Porque não quer ser amaldiçoado por Deus:
“Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a Mim, vós, toda a nação” (Ml 3:9).
10 - Porque o Senhor Jesus nos mandou ir além do Dízimo:
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei: o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas” (Mateus 23:23).
OS MEUS DÍZIMOS DEMOSNTRAM:
1° A minha gratidão, porque eu jamais poderia comprar a minha salvação (Efésios 2:8-9);
2° Que o Reino de Deus e a Sua justiça estão em primeiro lugar na minha vida (Mateus 6:33);
3° Que, para mim, semear valores espirituais é mais importantes que os valores materiais (Gálatas 6:8);
4° Que eu confio em Deus para suprir todas as minhas necessidades e não nas minhas próprias forças (Filipenses 4:19);
5° Que, para mim, os tesouros no Céu valem mais que os tesouros da Terra (Mateus 6:19-21). 
Seja Voce Um dizimista do "Projeto Amor Sem Fronteiras"

Contatos:    projetoamorsemfronteiras1@hotmail.com

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O AMOR E A BÍBLIA.


O SIGNIFICADO DO"AMOR" NA BÍBLIA

O  AMOR  E  A  BÍBLIA

Temos basicamente 4 (quatro) palavras gregas para se traduzir como AMOR. São elas: 1. Eros (físico, sexual), 2. Storge (familiar), 3. Philia (amizade) e 4. Ágape (amor incondicional).
1. EROS (físico, sexual)
Eros é o “deus grego do amor”, também conhecido como o “deus do caos” cupido (amor em latim)
A primeira palavra grega é “Eros”. Aparece com freqüência na literatura grega secular.  Eros é o amor totalmente humano, carnal, voltado para o sexo. Daí veio a palavra: ERÓTICO.
Esse tipo de amor pode até incluir algum sentimento verdadeiro; mas sempre com interesse próprio, com expectativa de satisfação pessoal. Eros é basicamente atração física; desejo sexual. O Eros apresenta-se como amor pelo outro, mas é amor por si próprio (exemplo: eu amo você porque você me dá prazer, porque você me faz feliz). É o AMOR entre os sexos; sempre há um predominante físico, e sempre envolve o amor sexual.
Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física.  Eros está representado no livro de Cantares (onde Salomão deleitava-se com a beleza de sua amada) e na tradução de Provérbios 7.18, onde uma prostituta faz o seguinte apelo: “Vem, embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã”. Nesse versículo, “amor” é uma representação para Eros. Esta palavra não aparece no NT em nenhum lugar, pois ela passou a ser ligada com a concupiscência da carne mais do que com o amor.  É a sensualidade que leva a atração física e depois às relações sexuais. Algumas traduções o descrevem como "o amor do corpo". “Eros” como alguém já disse, é o amor ainda sem conversão.
 2. PHILIA-philos-Fileo (amizade)
É o AMOR mais nobre para o GREGO SECULAR. Descreve um relacionamento caloroso, íntimo e tenro com o outro.  Inclui o lado físico, pois “philein” que pode significar beijar ou acariciar, mas philía, como todas as coisas humanas podem alterar-se, pode diminuir e seu calor esfriar.  Em Aristóteles – “amar é regozijar-se”.
A palavra “philia” é rotineiramente traduzida por amizade.  Philia é o amor da troca (50% dado 50% recebido), a alegria de amar.
 Expressões usadas: metade da laranja; gostamos das mesmas coisas, meu parceiro me completa, meu parceiro pensa como eu; fazemos muitas coisas juntos; gostamos das mesmas coisas, sou feliz porque é bom para mim.
Em TEXTOS ANTIGOS, a philia denota um tipo de amor humano.  É a alegria de amar global, usado como amor entre a família, entre amigos, um desejo ou a apreciação de uma atividade, bem como entre amantes.
Phileo - Também usados no Novo Testamento, é uma resposta humana a algo que é bom e delicioso. Também conhecida como "amor fraternal". Relaciona com a alma, mais do que com o corpo. Lida com a personalidade humana, o intelecto, as emoções e a vontade. Envolve compartilhamento mútuo. Em português, a palavra mais próxima é “amizade”. A forma nominal é usada apenas uma vez no Novo Testamento (Tiago 4.4), mas o verbo “amar”, no sentido de “gostar”, e o adjetivo “amável” são usados muitas vezes.
Este é o grau de afeição que Pedro disse ter por Jesus quando este lhe perguntou, “Simão, filho de João, tu me amas?”. O pescador respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. No original grego, o sentido é: “Sim, Senhor, tu sabes que gosto de ti, que sou teu amigo” (João 21. 15-16
 A philos de Philia (φιλία), amizade no GREGO MODERNO, um amor virtuoso desapaixonado; conceito desenvolvido por Aristóteles. Inclui a lealdade aos amigos, à família, e à comunidade; e requer a virtude, a igualdade e a familiaridade. Aristóteles escreve: “O prazer do amante é contemplar a sua amada, o prazer da amada é receber as atenções do seu amante, mas quando murchar a beleza da amada, a amizade (philia) às vezes murcha também, visto que o amante já não acha prazer na visão da sua amada, e a amada não recebe atenção do amante”.
 3. STORGE (amor familiar)
 No GREGO ANTIGO Storg (polytonic | στοργή) storgē) é o afeto natural como a que sente por pais para filhos, é o amor social.
Storge; palavra no GREGO SECULAR é a palavra do AMOR n amor no lar, do amor dos pais para com os filhos e dos filhos para com os pais, do amor entre irmãos e irmãs, amor entre parentes. Este amor envolve reciprocidade. Este amor é objetivo, pois unem almas, vidas, corações corpos. Exige-se disciplina lealdade entre os dois que amam.
É o amor mais relacionado à família – Romanos 12.10 – Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros, mais do que a vocês. É o amor que pode desaparecer; amor mencionado em Romanos 1.31 – insensatos, pérfidos, sem afeição natural, sem misericórdia.  2 Timótio 3.3 – sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons.
O AMOR FAMILIAR – Pela Palavra filhos de Adão; pois nem todos são filhos de DEUS, somente os nascidos de novo, regenerados pelo poder da Palavra de DEUS, assim a família de DEUS só é formada por salvos em CRISTO.
A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sabemos que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais (exemplo: pais separados, casais homo afetivos, adoção por avós e outros).
A relação familiar é algo extremamente complexa e dinâmica. Daí o amor se constitui em um desafio de escolha diária: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo; mas em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. (Eclesiastes 9.9).
Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado por ela. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, é preciso participação de cada membro da família no sentido da ajuda mútua.
Os cristãos acreditam que Jesus mandou: “Amar a Deus de todo o coração, mente e força e amar ao teu próximo como a ti mesmo”. (Marcos 12.31).
4. ÁGAPE (amor incondicional)
 No GREGO SECULAR tem-se pouca orientação. Ágape é uma palavra nova que descreve uma qualidade nova, uma palavra que indica uma atitude nova para com os outros, uma atitude nova dentro da Comunidade, e impossível sem a dinâmica e vida cristã. “Todos os seres humanos possuem, por natureza, os três tipos de amor já mencionados (“eros”, “fileo” e “storge”), entretanto, o amor “ágape” só se adquire quando se nasce de novo, ou seja, ele passa a operar na vida do homem, quando este se torna templo do Espírito Santo (Gl 5.16-22)”.
No idioma original das Escrituras Gregas Cristãs, a palavra para este quarto tipo de amor é “ágape”. Essa palavra ocorre em 1 João 4.8, que diz: “Deus é amor.” De fato, “amamos porque (Deus) nos amou primeiro”. (1 João 4.19) O cristão cultiva esse amor primeiro por Deus e, daí, pelos seus semelhantes. (Marcos 12.29-31) A palavra ágape é também usada em Efésios 5.2, que diz: “Prossegui andando em amor, assim como também o Cristo vos amou e se entregou por vós.” Jesus disse que esse tipo de amor identificaria seus verdadeiros seguidores: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor (ágape) entre vós.” (João 13.35). Ágape se encontra também em 1 Coríntios 13.13: “Permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o “amor” (ágape).”
No Novo Testamento AGAPE é caridade, é amor altruísta e incondicional. É amor paternal e a maneira que Deus ama a humanidade; visto na criação do mundo, na morte e ressurreição de Jesus Cristo; na regeneração de criatura para filho. Por isso, é visto pelos cristãos como o tipo de amor que os homens têm de aspirar a um ou outro.
Agostinho disse a respeito de Deus que Ele ama a todos como se houvesse uma só pessoa para Ele amar; o amor cristão deve modelar-se no amor de Deus. Há um sentido em que o “amor cristão” difere radicalmente do amor humano comum. O amor humano comum é a reação do coração; é algo que simplesmente ocorre. Mas ÁGAPE, o “amor cristão” é um exercício da pessoa integral (espírito, alma, corpo). É um estado não somente do coração, mas também da mente; faz parte dos sentimentos, emoções, vontade. Não é alguma coisa que simplesmente acontece e que não podemos evitar, mas sim, é algo que temos que desejar. Não é algo com que não temos nada a fazer; é uma conquista e uma realização.
É verdade que o “amor cristão” não é uma coisa fácil e sentimental; não é uma resposta emocional automática e não procurada. É uma vitória sobre o próprio “eu”. O “amor cristão” é o fruto do Espírito;  e é impossível manifestá-lo sem a presença e a força de Jesus Cristo. Amar é um sentimento que nunca deveria ser extinto do ser humano, apesar de a Palavra de Deus afirmar que, “por se multiplicar a iniqüidade (o pecado), o amor (“ágape”) de muitos se esfriará.” (Mt 24.12).
Entendendo que Deus nos ama como somos, a despeito de nossas falhas, das nossas atitudes e atos egoístas; refletindo sobre este amor, observando e agradecendo as manifestações diárias deste amor, aprenderemos a amar de verdade. Como Deus derramou do Seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que Ele nos concedeu (Rm.5.5).
 “O fruto do Espírito é amor…” (Gl 5.22). Assim, seremos capazes de amar com o “amor incondicional”.
A verdade simples é que o mundo não pode praticá-la; somente o cristão cheio do Espírito e dedicado a Jesus Cristo pode fazer e viver esta Verdade do Senhor, o AMOR INCONDICIONAL. 

Bibliografia: Do Livro.
O verdadeiro Amor de Deus.