quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O Dia de Ação de Graças. Happy Thanksgiving.


O Dia de Ação de Graças é comemorado nos Estados Unidos na quarta
quinta-feira do mês de novembro e sua celebração talvez seja mais
significativa que o Natal.
Segundo a tradição, o primeiro Dia de Ação de Graças americano aconteceu
em 1621, entre os colonos ingleses (peregrinos) que tinham fundado a
colônia Plymouth, estado de Massachusetts. A festa foi feita junto aos
integrantes da tribo Wampanoag, convidados dos colonos.
Num gesto de delicadeza, os índios levaram comida aos ingleses.
Mas não há evidências de que os participantes da comemoração tivessem
pensado naquilo como uma festa de agradecimentos.
Só em 1789, por idéia do então presidente George Washington, a data se
tornou feriado.
Apesar de a primeira festa datar do século XVII, sua origem provavelmente
vem dos festivais de colheita que eram tradicionais em várias partes do
mundo desde a idade antiga.
Muito antes de os europeus estabelecerem-se na América do Norte,
no leste europeu já eram celebrados os festivais de colheitas.
Nas ilhas britânicas, no dia 1º de agosto se comemorava a colheita do trigo.
Se a safra não tivesse sido boa, o feriado era cancelado.
Outro importante precursor do Dia da Ação de Graças era o costume
que protestantes ingleses tinham de escolher datas especiais para agradecer
às graças divinas.
Isso, no entanto, não acontecia regularmente; eles faziam essas comemorações
em épocas de crise ou logo após um período ruim ter passado.
Essas comemorações eram ocasiões religiosas sérias e pouco se assemelhavam
às atuais festas.
Atualmente, a festa é uma celebração doméstica, centrada na família e no lar.
As manifestações públicas têm espetáculos e paradas.

TRADIÇÕES DA FESTA

Muitas das tradições associadas ao Dia de Ação de Graças vêm de antigos
costumes de celebrações das colheitas de outono.
Por exemplo, a cesta repleta de alimentos simboliza a fartura de alimentos
dessas épocas.
Muitas comunidades decoram as igrejas com frutas e flores, assim como
aconteceu durante séculos nas colheitas de outono da Europa. Ao fazer
uma festa centrada na preparação e apreciação de um farta refeição,
mantém-se a idéia da celebração da fartura.
Na festa de Ação de Graças, as pessoas , independentemente de suas religiões,
agradecem tudo o que conseguiram conquistar durante o ano. As famílias
e os amigos se reúnem e comemoram comendo pratos típicos.
O peru é o mais famoso deles. Só em 2001, 267 milhões de perus foram criados e cerca de 90 milhões deles farão parte da ceia dos americanos nessa data.
Além da ave, as pessoas comem batata-doce, purê de batata, milho e torta de abóbora.
O desfile que sempre acontece em Nova York termina com o
surgimento do Papai Noel.
Ele marca o início das festas de Natal.
Instituições de caridade servem refeições aos pobres e mandam cestas de
alimentos para pessoas idosas e doentes.


NO CANADÁ

O Dia de Ação de Graças também é comemorado no Canadá.
Como o país fica ao norte dos Estados Unidos, as colheitas
lá começam antes.
Assim, o feriado de Ação de Graças chega antes.
Em 1879, o Parlamento canadense estabeleceu a data em 6 de novembro.
Em 1957, a data foi mudada para cair na segunda segunda-feira
do mês de outubro.

OS PEREGRINOS

Durante as orações de Ação de Graças, é costume lembrar os peregrinos que criaram a
festividade. Trata-se de um grupo de imigrantes puritanos da Holanda e da Inglaterra.
Esses puritanos, compostos em sua maioria por agricultores, faziam parte de uma ala
conservadora da igreja protestante formada no início do século 17.
Acreditando que a Igreja da Inglaterra estava se afastando dos preceitos estabelecidos
pela reforma, eles resolveram criar uma comunidade que viveria exclusivamente segundo
os textos sagrados do cristianismo.
Em 1617, eles decidiram migrar para a América por causa da grande influência da
cultura européia sobre seus filhos e pelas dificuldades econômicas da época.

Desejo a Todos um Feliz dia Dia de Ação de Graças. Happy Thanksgiving. que Deus seja Louvado Hoje e Sempre em sua vida, em sua Casa , e em sua Familia.   Deus contigo Sempre.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Guerras e Rumores.

Guerras e Rumores de Guerras

Fique atento.
Entendendo a Profecia de Mateus 24 Mateus 24 é citado freqüentemente para explicar eventos atuais. Muitas pessoas sugerem que as notícias de hoje foram preditas por Cristo, para nos falar de sua volta. De acordo com tais interpretações deste texto, cada terremoto ou outro desastre natural, e cada conflito entre nações ou ameaça de guerra, em qualquer canto do mundo, é mais uma prova de que Jesus estará voltando logo.

Mas a profecia de Mateus 24 está se cumprindo agora? Para entender este texto, precisamos lê-lo cuidadosamente e, com mente aberta, pondo de lado nossas idéias preconcebidas e o sensacionalismo dos modernos "especialistas em profecias." Neste artigo, consideraremos brevemente o conteúdo de Mateus 24 e 25. (Marcos 13 e Lucas 21 tambêm registram a mesma profecia básica. Este artigo segue o testo de Mateus 24)

O Ambiente e as Circunstâncias Jesus estava em Jerusalém, durante sua semana final. Os chefes judeus já haviam desafiado sua autoridade, mas não tinham tido sucesso em suas tentativas para desacreditá-lo. Frustrados, começaram a planejar sua morte. Jesus lamentava a infidelidade daqueles que residiam na "Cidade Santa" (Mateus 23:37-39).

A Profecia Básica da Destruição do Templo (Mateus 24:1-3)

Quando Cristo estava saindo do templo, predisse que ele seria totalmente destruído: "Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada" (24:2). Os apóstolos perguntaram sobre esta profecia:" Dize-nos quando acontecerão estas cousas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século" (24:3).

A Resposta de Jesus (Mateus 24:4-39) É possível que os apóstolos tenham concluído que a destruição do templo e o fim do mundo aconteceriam ao mesmo tempo, mas nesta resposta a sua pergunta, Jesus fez uma distinção entre estes dois acontecimentos. Podemos saber com certeza que os sinais mencionados nos versículos 4-33 não estão falando das notícias de hoje ou de acontecimentos futuros, por causa das claras palavras de Jesus no versículo 34: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça." Jesus falou mais ou menos no ano 30 d.C. O templo foi destruído pelo exército romano em 70 d.C. Alguns daqueles que ouviram a profecia viveram para ver seu cumprimento. Jesus esclareceu que os sinais que ele deu guerras, terremotos, falsos Cristos, grande tribulação, etc. iriam acontecer durante a vida de alguns dos seus ouvintes.

Jesus disse que o templo seria destruído depois da vinda de falsos Cristos e de falsos profetas (24:4-5,11,23-26), e depois de terríveis calamidades (guerras, fomes e terremotos - 24:6-8). Ele também disse que haveria perseguição (24:9-10) e aumento de pecado (24:12-13), e que o evangelho seria pregado por todo o mundo (24:14), antes que Jerusalém chegasse ao seu fim. Deste modo, Jesus estava dando algum conforto aos seus apóstolos, dizendo que a queda de Jerusalém não aconteceria imediatamente. Eles teriam tempo para cumprir sua missão antes da destruição de Jerusalém.

Estas coisas aconteceram antes de 70 d.C.? Sabemos que sim, porque Jesus disse que aconteceriam! Além desta profecia, a História nos fala de catástrofes naturais, perseguições e guerras, nesse tempo. De maior importância do que a evidência histórica, podemos nos voltar para a própria Bíblia. O Novo Testamento fala do sofrimento da fome (Atos 11:27-30), de falsos profetas (2 Pedro 2) e da perseguição contra os fiéis (Atos 8:1-3; etc.). E, exatamente como Jesus predisse, os zelosos discípulos levaram o evangelho a todo o mundo. Alguns anos antes da destruição do templo, Paulo dizia que o evangelho ". . . foi pregado a toda criatura debaixo do céu" (Colossenses 1:23). Todas estas coisas tinham que acontecer antes da destruição do templo.

Na profecia de Mateus 24, Jesus também falou dos sinais que mostrariam aos discípulos alertas que o tempo da queda de Jerusalém tinha chegado. Ele falou especialmente do "abominável da desolação" (24:15). Aqui, ele usa a mesma linguagem que Daniel usava para falar dos exércitos gentios entrando na cidade santa e no templo (veja Daniel 9:27; 11:31; 12:11). A profecia paralela de Lucas 21:20-24 torna claro que este é o significado desta linguagem. Jesus advertiu seus seguidores que estivessem prontos para fugir quando isto acontecesse. Ele disse que eles deveriam orar para que sua fuga não fosse complicada por mau tempo ou restrições do dia do sábado (24:20)

[Algumas pessoas interpretam esta referência ao sábado como evidêcia de que os cristão têm que continuar a observar esta lei do Velho Testamento, que era realmente um sinal da aliança entre Deus e os israelitas (Êxodo 31:12-18). Uma explicação melhor deste texto é encontrada em Neemias 13:15-22, onde Neemias instituiu a prática de fechar as portas da cicade no sábado para evitar violações da lei, durante o tempo do Velho Testamento.]

Ele também avisou que seria mais difícil para as mulheres grávidas e mães de crianças pequenas (24:19).

Para fixar sobre seus ouvintes o significado deste terrível dia de destruição, Jesus usou linguagem como a que encontramos nas profecias do Velho Testamento, de total destruição de nações e povos. Quando lemos os versículos 29-31, dois pontos nos ajudam a perceber que Jesus ainda está falando de Jerusalém, e não do fim do mundo:

1. O limite de tempo que Jesus determinou em sua profecia, no versículo 34. Tinha que ser cumprido naquela geração.

2. O fato que as profecias do Velho Testamento usam a mesma linguagem para falar da destruição de reinos e cidades terrestres. Jesus disse: "Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados" (24:29). À primeira vista, isso pode soar como o fim literal do mundo. Mas tal linguagem é usada em outros lugares, para falar da extinção de reis e reinos aqui na terra: Faraó do Egito (Ezequiel 32:2,7-10), nações gentias (Joel 3:12-15), Babilônia (Isaías 13:9,10,13). É claro que tal linguagem não profetiza, necessariamente, o fim do mundo, mas pode ser usada para falar dos julgamentos físicos contra nações, que ocorreram há muito tempo.

Jesus continuou, nos versículos 30 e 31, com figuras de julgamento do que se encontram no Velho Testamento. Ele disse que o Filho do homem viria nas nuvens, para julgar e salvar. Encontramos linguagem semelhante em passagens que falam do julgamento contra povos físicos, tais como Joel 3:16 e Amós 5:17-20. O Dia do Senhor não é necessariamente a segunda vinda de Cristo. Tal linguagem pode descrever a vinda de Deus em julgamento contra uma nação ou cidade.

Por que Jesus deu aos seus seguidores tais sinais detalhados sobre o julgamento contra Jerusalém? É claro, pela linguagem dos versículos 32-33, que ele queria que estivessem alertas e vigilantes. Se pudessem ver os sinais que ele tinha predito, teriam oportunidade para fugir e evitar serem destruídos (24:15-20).

Depois de afirmar que a destruição do templo seria acompanhada por claros sinais e que seria cumprida naquela geração (24:34-35), Jesus falou, nos versículos 36-39 ". . . a respeito daquele dia . . ." que viria sem aviso. Ele não deu uma data, nem sinais para identificar sua segunda vinda. De fato, nos versículos seguintes, ele mostra que sua segunda vinda ser súbita, inesperada e sem sinais de advertência.

Parábolas do Julgamento Final (Mateus 24:40 - 25:30)

Depois de falar de coisas que tinham que acontecer naquela geração (até os versículos 34-35), Jesus falou de sua segunda vinda, como algo que aconteceria no momento escolhido pelo Pai, porém não revelado a ninguém (24:36-39). Ele ressalta este ponto com uma série de parábolas que descrevem sua segunda vinda. Estas parábolas todas enfatizam à importância de se estar preparado para sua volta. Jesus falou dos trabalhadores no campo (24:40-42), do ladrão na noite (24:43-44), da diferença entre os servos bons e os maus (25:45-51), do contraste entre os tolos e os prudentes (25:1-13) e da importância de preparar-se para a volta do Mestre, como é explicado na parábola dos talentos (25:14-30).

Descrição do Julgamento Final (Mateus 25:31-46)

A parte final do capítulo 25 descreve o julgamento final, mostrando que Jesus se sentará no trono do julgamento, separando os servos desobedientes dos fiéis. Essa separação será final: "E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna"(25:46).

Aplicações

Entre as muitas lições que podemos aprender, no estudo deste texto, é importante que lembremos duas:

1. Que o cuidadoso estudo dos trechos bíblicos em seu contexto pode ajudar- nos a evitar que sejamos desencaminhados por doutrinas humanas sensacionalistas, tais como o pré-milenismo. Deveríamos sempre começar pela Bíblia, e não pelas últimas manchetes dos jornais.

2. Que precisamos estar sempre preparados para a volta de Cristo. Ele não enviará sinais para nos avisar da sua volta. Pode acontecer daqui a milhares de anos, ou pode acontecer hoje à noite. Ladrões não mandam cartas com antecedência para avisar suas vítimas, e Deus não mandará aviso antecipado da volta de Cristo. Aqueles que estão preparados, nada têm a temer. Os despreparados enfrentam o trágico futuro de eterno sofrimento, separados de Deus. Que cada um se prepare para estar com Cristo na eternidade!

Seja verdadeiro, Seja Real, Seja Bom, Seja Temente a Deus.
Ame Sem Criticar, Ame , Ame Muito. Porque so o Amor Mostra a excencia do evangelho.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

falsos profetas.

“Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível os próprios eleitos” Mateus 24: 23-24

 Por sua origem hebraica, a palavra “Amém” quer dizer Assim Seja.
Amados, para nós entendermos melhor, toda vez que nós dissemos amém para alguma palavra, estamos confirmando o nosso desejo que tal afirmação ou palavra se confirme.
         Quantas vezes, outras pessoas nos dizem Jesus lhe proteja ou Deus o Abençoe, é automático para o cristão, para aquela pessoa que está ungida com o poder do Espírito Santo responder com um belo e estrondoso AMÉM!
         Muitas vezes outras pessoas vem até a gente e profetiza em nossas vidas, normalmente profecias de vitórias, vitórias essas que podem ser financeiras, ou podem ser conjugais, também podem ser espirituais, e diversos outros tipos de profecias positivas que sempre alegra o coração dauqele que a recebe, também podem aparecer profecias trágicas ou de alerta, que tem como função principal alertar o que a está recebendo que estando em unção com Deus pode-se resolver positivamente essas situações.
         Amados, a Profecia na sua origem é um instrumento que Deus deu aos seus escolhidos os Profetas do "Antigo Testamento", esses profetas tinham a autoridade na terra de Divulgar a ordem ou desejo do Senhor Jeová, levando-a a aqueles que precisavam ouvi-la. Essa ordem de Deus era certeza de acontecimento, mais hora ou menos hora aquele povo a que a profecia se referia a veria acontecer de forma tão maravilhosa , que todos que a viam tinham certeza que nosso Deus operou naquele momento.
       Porém , Jesus Cristo diz no Livro de Mateus caps 24:23-24 que surgiriam muitos falsos cristos e também muitos falsos profetas quando estivesse chegando a consumação dos tempos, a função desses falsos profetas é de fazer com que o Cristão ungido e escolhido por Deus, caia, e nessa queda o inimigo estará esperando para evitar que o irmão se levante novamente.
         É muito comum hoje em dia muitos profetizarem sobre nossas vidas, e algumas profecias contém rebeldias disfarçadas de entendimento e grandes obras. Precisamos tomar muito cuidado , imagine você, se uma profecia que não provém de Deus chega até você, e você diz AMÉM , você poderá estar dizendo Assim Seja para uma tentativa do diabo te derrubar.
         Acredite, as vezes o pessoa que está lhe fazendo a falsa profecia não tem a menor ideia do que está fazendo, na verdade o diabo encontrou brecha nesta pessoa e está usando ela para arruinar e derrubar outros reservados de Cristo.
          Existe como evitar isso, existe como evitar que uma falsa profecia, ou um desejo do diabo nos derrube, é claro que há, vejam alguns passos que garantem que o diabo jamais terá vitória sobre o cristão:
         Em primeiro lugar o cristão não ser "crente" crente a ate o diabo é , o cristão  deve estar em comunhão total com o Senhor Jesus Cristo, nosso único intercessor com Deus, precisamos também deixar que o Espírito Santo encontre em nós campo fértil para que possa nos ajudar a combater as tentativas do diabo em nos derrubar. Enfim sermos santos e separados para Deus.
          É muito importante irmãos que ao aceitar e aguardar a confirmação de alguma profecia que façam sobre você, você não diga apenas Amém, que quer dizer assim seja, mas diga assim: “SE FOR DE DEUS AMÉM!!

lembre-se por causa disso existe muitas pessoas dando ouvido a voz do diabo, normalmente aquele que deseja exercer a função de profeta dentro da casa de Deus, essa mesma pessoa ja foi no passado, envolvido com bruxaria, e tinha o espirito de advinhação  atuando dentro do seu corpo, essa pessoa precisa antes de qualguer coisa, passar por um processo de libertação total, detalhe acredito que muitos assim como eu tambem ja foram enganados por falsos profetas.  muito cuidado nessa hora.
fique atento para jamais sofrer com palavras que vem do diabo, transmitida muitas das vezes por pessoas que se colocam a frente de lideranças e jamais foram liderados.

         Que o Senhor Deus nos Abençoe e nos proteja para todo o sempre.

sábado, 15 de outubro de 2011

O SANGUE DE JESUS CRISTO.

             Mas, agora, em Cristo Jesus, vós que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2.13

Na antiga aliança, os sacrifícios com sangue tinham um significado substitutivo, e, por isso, o derramamento de sangue e a aspersão – ato de espalhá-lo em forma de chuva – eram essenciais para que o povo fosse reconciliado com Deus e voltasse a gozar de plena comunhão com o Criador. Porém, essa reconciliação não acontecia porque o povo não conseguia cumprir a lei.

Consequentemente, as pessoas possuíam um sentimento de culpa que as incomodava constantemente e, assim, sentiam-se sufocadas pelo pecado cometido e não tinham outros recursos que não fossem a humilhação e o sacrifício imperfeito com sangue de animais.

Um exemplo interessante de não reconciliação com Deus ocorreu com o rei Davi. Naquela época, o rei tinha poderes tão absolutos que era capaz de decidir o futuro de qualquer pessoa, e somente o profeta poderia dizer algo que contrariasse sua soberana vontade. Mesmo assim, era necessário que esse profeta fosse respeitado como um homem de Deus; Caso contrário, ele seria morto ou exilado.

Em certa ocasião, quando Davi encontrava-se no auge de suas inúmeras conquistas, ele cometeu o pecado do adultério com Bate-Seba, mulher de Urias, fiel capitão de seu exército. Não bastasse isso, o rei Davi ordenou a Urias que se colocasse na frente da batalha para morrer. Ao tornar-se viúva, Bate-Seba seria desposada por Davi e viveria com ele no palácio.

Então, enviou Davi mensageiros e a mandou trazer; e ela veio, e ele se deitou com ela. 2 Samuel 11.4b

E sucedeu que, pela manhã, Davi escreveu uma carta a Joabe e mandou-lha por mão de Urias. Escreveu na carta, dizendo: Ponde Urias na frente da maior força da peleja; e retirai-vos de detrás dele, para que seja ferido e morra. 2 Samuel 11.14,15

Assim, Davi conseguiu o que queria e, pensando ter escapado da justiça de Deus, levava uma vida normal até receber a visita do profeta Natã, o qual lhe pediu um conselho sobre o que fazer com um homem rico que havia procedido perversamente. O profeta contou a história de Davi.

E o Senhor enviou Natã a Davi; e, entretanto ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre. O rico tinha muitíssimas ovelhas e vacas; mas o pobre tinha coisa nenhuma, senão uma pequena cordeira que comprara e criara; e ela havia crescido com ele e com seus filhos igualmente; do seu bocado comia, e do seu copo bebia, e dormia em seu regaço, e a tinha como filha. E, vindo um viajante ao homem rico, deixou este de tomar das suas ovelhas e das suas vacas para guisar para o viajante que viera a ele; e tomou a cordeira do homem pobre e a preparou para o homem que viera a ele. 2 Samuel 12.1-4

Então, após ouvir atentamente o profeta Natã, Davi encheu-se de ira e de furor e disse:
Vive o SENHOR, que digno de morte é o homem que fez isso.
2 Samuel 12.5

Então, o profeta respondeu-lhe: Tu és este homem. 2 Samuel 12.7

O profeta Natã disse que Deus não mataria Davi, mas sim o filho que nasceria da união entre Davi e Bate-Seba. Então, Davi ficou completamente triste e transtornado, e passou a fazer jejuns, a humilhar-se e a pedir perdão sucessivamente a Deus. Ele havia caído em si pelo pecado que cometera e não encontrava consolo espiritual algum; sentia-se envergonhado e culpado.

E buscou Davi a Deus pela criança; e jejuou Davi, e entrou, e passou a noite prostrado sobre a terra. 2 Samuel 12.16

Davi ficou nessa situação porque não tinha o privilégio de ter um Salvador pessoal como nós temos atualmente. Ninguém havia pagado a divida de Davi em relação ao seu pecado, e, devido a isso, sua consciência o acusava, e seu desespero era terrível.

Não há coisa sã na minha carne, por causa da tua cólera; nem há paz em meus ossos, por causa do meu pecado. Pois já as minhas iniquidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças. As minhas chagas cheiram mal e estão corruptas, por causa da minha loucura. Estou encurvado, estou muito abatido, ando lamentando todo o dia. Estou fraco e mui quebrantado; tenho rugido por causa do desassossego do meu coração. Salmo 38.3-6,8

Ah, como é bom saber que, hoje, para todos aqueles que assumem sua fé em Cristo Jesus, a situação é completamente diferente. Qualquer pessoa pode dirigir-se ao Filho de Deus e, com sinceridade de fé, confessar seus pecados e pedir perdão pelos erros e culpas. A partir desse momento, o sangue que Ele derramou na cruz do Calvário entra em ação, e, então, acontece o milagre da remissão dos pecados, que quer dizer: o pecado é perdoado e volta a gozar de comunhão com Deus.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça. 1 João 1.9

Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Hebreus 9.11,12

O perdão é o primeiro passa da reconciliação. É o efeito do primeiro remédio de Deus. Que maravilhosa notícia! Podemos ter comunhão com Deus. Podemos deixar de carregar o peso da culpa e da incompreensão. O sangue de Cristo lava nossa alma e afasta o fardo do pecado e da constante acusação do diabo. Não precisamos ficar martirizando-nos por causa do pecado que cometemos: temos o sangue que Cristo derramou por nós. Somos livres e, assim, podemos começar a lutar contra qualquer mal que queira destruir nossa vida. Podemos começar o caminho da nossa reconciliação com Deus.

E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus. A vós também, que noutro tempo éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora, contudo, vos reconciliou. Colossenses 1.20,21

Note bem que a Bíblia diz: pelo sangue da sua cruz. O Espírito Santo quer dizer-nos que apenas o perdão não completa a obra da reconciliação. Para a obra ser completa, faz-se necessária a libertação do pecado. Imagine a seguinte situação: a pessoa peca e pede perdão a Deus. É perdoada, mas volta a praticar o mesmo pecado. No dia seguinte, comete aquele mesmo erro novamente e, outra vez, pede perdão. O que está acontecendo? É simples. Essa pessoa recebe o perdão do pecado, mas não a libertação do mesmo.

Isso acontece porque essa pessoa ainda não teve o entendimento espiritual do que representa a cruz que Jesus carregou, e na qual foi crucificado por aquele pecado que atormenta sua vida.

Era essa a situação que também acontecia na época de Jesus; não havia expressão de misericórdia. O povo era de dura cerviz, e vivia debaixo de uma lei religiosa que julgava, condenava e amaldiçoava. Uma lei tão rigorosa que ninguém conseguia cumprir.

Por isso, Jesus, quando exercia seu ministério terreno, ensinava como devia ser praticado o perdão. Ele o fez com uma mulher que fora apanhada em flagrante adultério. A lei dizia que ela deveria ser humilhada e apedrejada; Jesus, no entanto, perdoou-lhe.

Endireitando-se Jesus e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais. João 8.10,11

Note bem que Jesus disse: “Vai-te e não peques mais”. Em outras palavras, Ele sabia que a lei era impossível de ser cumprida. Jesus sabia que chegaria o momento em que aquela lei seria substituída pela revelação da Graça de Deus – quando Ele inclina-se pra nós; o Senhor que abomina o pecado, mas ama o pecador. Por isso, Jesus veio fazer o que ninguém havia feito: cumprir a lei, buscar e salvar aqueles que se haviam perdido.

Não cuides que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir. Mateus 5.17

Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. Lucas 19.10

Sinplesmente um estudo maravilhoso. que Deus te torne forte e saudavel com essa palavra.