quarta-feira, 18 de maio de 2011

carta aberta aos pastores.

CARTA ABERTA AOS PASTORES
            Desde que veio à tona a existência do Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH3, elaborado pelo Governo Lula, eu tenho percebido, em muitos casos, a indiferença dos líderes religiosos com relação às implicações que estão contidas ali, o chamado “kit gay” e a PLC 122 chamada “Lei da Mordaça”.
Com o “kit gay” o governo já gastou 11 milhões de reais e treinou professores em 10 capitais brasileiras. Esse dinheiro poderia ser muito melhor empregado se destinado a um “kit anti-pedofilia”. O PLC (Projeto de Lei Complementar) 122, totalmente contrário a liberdade de expressão, garantida no Art° 5 da Constituição Federal, foi desengavetado e será votado amanhã (12 de maio) no Senado Federal.
Mas o que me deixa estarrecida é a falta de iniciativa ou indiferença, salvo exceções, de muitos líderes e representantes da comunidade pastoral; enquanto que o lobby, do outro lado, é violento em relação às leis e emendas pertinentes aos seus interesses.
Tive a oportunidade de participar dos últimos cafés de pastores realizados em Curitiba e, às vésperas da Marcha pra Jesus (21 de maio), não ouvi uma linha sequer sobre o que está sendo votado em Brasília.
Creio que ali, naquela reunião, onde participam líderes de várias comunidades, seria o fórum adequado para se colocar em pauta tais assuntos, se atualizar e traçar planos de ação. Mas o que acontece é mais uma reunião “social” em torno de preletores “ilustrados”.
Nada contra nenhum deles - todos ungidos, homens de Deus-, mas que na ocasião, superaram, em termos de importância, os assuntos e decisões que, de fato, deveriam estar na pauta do café. Sim, foi orado pelas autoridades, mas e as causas cruciais que estão para ser votadas pelos políticos? Podem mudar radicalmente a história de nossa Nação, e da pior maneira possível- com leis perniciosas para o povo, que podem desencadear numa perseguição sem limites e em várias esferas.
Será que alguém não trocaria a camiseta da Marcha (R$ 20 reais) para vestir a camiseta com os valores do Reino??? Não seria a oportunidade que Deus está nos dando para literalmente marchamos contra essas leis que, como diria o Pr. Paschoal Piragine Jr, pretendem oficializar o pecado em nosso país? Vamos às ruas povo de Deus:  “Contra a Pedofilia”, com  “Kkit gay fora das escolas” “Abaixo a Leia Mordaça” “Por uma infância sadia” “ Contra a PLC 122” “Pelo fim do PNDH3” e por aí afora...
A Marcha pra Jesus pode ser a oportunidade de mostrar que essa luta não é só dos evangélicos, mas das pessoas de bem deste país. Mas, independente das lideranças, pipocam aqui e ali, grupos “Contra a liberalização da Maconha”, que vão marchar “Contra a violência infantil e de adolescentes”, e vários motoclubes, incluindo aqui não cristãos, que não concordam com aborto, kit gay e etc... e, juntos com os motociclistas cristãos, vão carregar essas bandeiras. Ninguém pode impedir o agir de Deus.
Ouvimos tanto que oração é orar e agir, mas o que os líderes estão fazendo: cadê a ação??? Cadê a Petição Pública que cada organização de pastores já devia ter criado, com a assessoria de juristas cristãos, para estarem em seus sites, circulando nas igrejas e coletando assinaturas do povo. Afinal, os cristãos serão os primeiros a serem atingidos com essas leis.
Tudo bem que isso virá. Mas porque antecipar? Vamos ficar parados e deixar o inimigo avançar? Deus mandou o Israel marchar!
Onde estarão as “barracas” ou “stands” para colher assinaturas contra a PLC 122 e Kit gay durante a Marcha pra Jesus? Ninguém falou sobre isso até agora, nem os representantes no Paraná, do FENASP – Fórum Evangélico de Ação Social e Política, que tem por objetivo defender os valores do Reino de Deus junto aos parlamentares.
E eu não sou só uma voz “que clama no deserto”. Creio que muitos pastores, que estão participando dos cafés, tem sugestões melhores que as minhas, vindas diretamente de Deus, mas que não tem tido espaço para expor suas idéias. Tem como mudar o roteiro dessas reuniões ???
O Pr. Silas Malafaia, uma voz profética, que Deus levantou para nos alertar e mostrar o que devemos fazer, em termos práticos, marcou umamanifestação pública, em Brasília, contra a PLC 122 que foi antecipada para o dia 1° de junho. Por que não apoiamos esse “atalaia”, que tem grande capacidade de mobilização, estendendo essa manifestação para as diversas  cidades e capitais do país, com o apoio das igrejas.  Vamos ficar acuados, ou sair e participar toda a sociedade que essa não é uma causa só dos evangélicos, mas das pessoas de bem?
Porque não quebrar paradigmas e em vez de esperar pelo governo ou de políticos - alguns mais preocupados com bitucas de cigarro - e realizar palestras nas igrejas sobre pedofilia, por exemplo, e convidar a comunidade para participar, afinal as igrejas não tem culto de segunda a segunda.
O que eu não quero é assistir o desenrolar desse roteiro maléfico sem fazer nada. Deus disse ao povo que marche! E vamos marchar contra as injustiças, contra o aborto, contra a liberalização da maconha, contra a pedofilia etc... É Ele quem vai à frente. Essa luta é D’Ele, o Todo Poderoso, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores.
Conto com todos para agir!
Sôla Barbosa - Jornalista cristã

21/5 SERIA O DIA DO JULGAMENTO? VEJA O QUE A BIBLIA DIZ.

O que Jesus ensinou sobre marcar datas?

Nosso Senhor foi bem enfático ao ensinar sobre Sua volta. Em pelo menos cinco passagens (sete, se forem incluídas passagens paralelas), Jesus advertiu os discípulos e crentes contra marcar datas. Mas, como já vimos, em toda a história da Igreja houve uma quantidade incrível de especulações relativas a datas.
Jesus enfatizou a profecia e o entendimento dela nos Seus ensinamentos. Ele não evitou nem descartou sua relevância; fez exatamente o oposto. Ele enfatizou a importância da profecia para entendermos Sua vida e Seu ministério. Mas também explicou que há alguns aspectos do futuro que não podem ser conhecidos com precisão. Sua volta é certa, mas o momento exato não. Jesus entendia a vontade humana de conhecer o futuro, mas não permitiu que Seus seguidores caíssem nas tentações dos videntes:
  • Mateus 24.36: “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32 é uma passagem paralela idêntica).
  • Mateus 24.42: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor”.
  • Mateus 24.44: “Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá”.
  • Mateus 25.13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora”. (Marcos 13.33-37 é uma passagem paralela.)
  • Atos 1.7: “Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade”.
Essas passagens são proibições absolutas de marcar datas. Alguns estudiosos de profecia disseram que estes versículos ensinam que era impossível saber a data na igreja primitiva, mas que nos últimos dias algumas pessoas saberão. Outros estudiosos disseram que estes versículos ensinam que ninguém sabe o dia nem a hora, exceto aqueles que forem capazes de descobri-los usando algum esquema cronológico. Ambos estão absolutamente errados! A data da volta de Cristo é uma questão de revelação de Deus. Ele decidiu não revelar isso nem para Cristo durante Sua humanidade em Sua primeira vinda (Mateus 24.36). Se o Pai não o revelou ao Filho na Sua humanidade, por que alguém pode crer que o Pai lhe revelaria isso? Jesus deixa bem claro: “Não!”

O que mais a Bíblia ensina sobre profecias?

O ensinamento de Cristo é reforçado também em outras partes das Escrituras. Em 1 Tessalonicenses 5.1-2, Paulo reafirma as palavras de Jesus com relação à incerteza da hora da Sua volta: “Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva; pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite.”
Por isso ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.
Algumas pessoas acreditam que há passagens na Bíblia que ensinam que os crentes poderão saber a data da volta de Cristo. Examinaremos algumas dessas passagens para mostrar como aqueles que defendem a marcação de datas usaram os vários versículos de forma errada em suas tentativas de conseguir legitimidade para suas posições. A Bíblia não contém contradições internas. É errado pensar que as Escrituras dizem que “ninguém pode saber”, mas também afirmam que algumas pessoas conseguirão descobrir.
A primeira passagem ocasionalmente citada é Lucas 21.28: “Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.” Algumas pessoas ensinaram que essa passagem implica uma permissão para marcar datas. Mas indicadores contextuais importantes são esquecidos em tal argumento. Estes indicadores incluem o fato de que a passagem se refere aos crentes judeus durante a futura tribulação de sete anos, que, logo antes da segunda vinda de Cristo, devem vigiar, não marcar datas, enquanto passam pelo período final de severa perseguição. Isso não está relacionado a marcar datas durante a atual era da Igreja, já que está relacionado a eventos durante a tribulação de sete anos. Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja (não na tribulação). A era da Igreja termina com o arrebatamento, que é um evento sem sinais. Então não há maneira de ligar, especificamente, eventos da nossa época com os da tribulação para marcar uma data. Devemos vigiar e esperar a volta do nosso Senhor no arrebatamento justamente porque não podemos marcar datas.
Uma segunda passagem citada algumas vezes é Hebreus 10.25b: “antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima.” Alguns ensinam que isso implica que os crentes podem ver ou saber que “o dia” (a segunda vinda) está se aproximando. Enquanto alguns interpretam “o dia” como uma referência à segunda vinda, achamos que o contexto imediato e o contexto do livro de Hebreus indicam uma advertência aos crentes judeus antes da destruição de Jerusalém e do templo em 70 d.C. Trata-se de uma advertência para não voltarem para o judaísmo (i.e., apostatarem) já que o futuro próximo continha apenas castigo para os judeus que rejeitaram Jesus como seu Messias. Então “o dia” não é uma referência à segunda vinda mas sim à destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. Se essa passagem realmente se refere à segunda vinda, uma vez mais, não haveria base para ligar um fator específico que sirva para marcar a data da segunda vinda. A afirmação geral “tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima” não quer dizer que saberemos especificamente quando Ele vem, assim como alguém que vê a chegada de uma tempestade e não sabe a hora exata em que vai chover no lugar onde está.
                                      Quando a tribulação começar, será possível saber a hora da vinda de Cristo. Mas, isso não tem nada a ver com os crentes hoje que estão vivendo durante a era da Igreja.
Uma terceira passagem que às vezes é mencionada é 1 Tessalonicenses 5.4: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que este dia, como ladrão, vos apanhe de surpresa.” Ensinava-se, com base nessa passagem, que os crentes saberiam a data “do dia” [i.e., “o dia do Senhor” (veja 1 Tessalonicenses 5.2)] para não serem pegos de surpresa. Mas esta interpretação atribui o sentido errado ao ensinamento de Paulo. Paulo está dizendo que os tessalonicenses não serão surpreendidos porque estão preparados pelo fato de serem crentes. O Senhor cuidará de todos os crentes (acreditamos que através do arrebatamento pré-tribulacional), de forma que, ao contrário do descrente que estará despreparado e será pego de surpresa, o crente estará preparado.

Que perigo existe em estudar profecias e marcar datas?

Não há perigo em estudar profecias. Na verdade, não podemos ignorar as profecias e o estudo correto da Bíblia, mas não podemos cair na armadilha de marcar datas. A Bíblia ensina claramente que a Palavra de Deus é suficiente para tudo o que precisamos a fim de vivermos uma vida que agrade a Cristo (2 Timóteo 3.16,17; 2 Pedro 1.3,4). Isso significa que se algo não é revelado a nós na Bíblia, não é necessário para cumprir o plano de Deus em nossas vidas. A data da volta de Cristo não é dada na Bíblia, então, apesar do que algumas pessoas possam dizer, não é importante conhecê-la para agradar a Deus. O Senhor disse a Israel: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Deuteronômio 29.29). A data da vinda de Cristo não foi revelada; é um segredo que pertence somente a Deus.
Já que a Bíblia proíbe marcar datas, o que ensina? Muitas das mesmas passagens que proíbem marcar datas nos instruem sobre o que fazer até que o Senhor volte. Por exemplo, Mateus 24.42 não só adverte: “porque não sabeis em que dia vem o nosso Senhor”, mas também exorta os crentes a “vigiar”. Mateus 24.44 manda os crentes “ficarem apercebidos” porque “à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá.” E também Mateus 25.13 nos exorta a vigiar “porque não sabeis o dia nem a hora.”
O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador (já que não sabemos quando Jesus voltará). Devemos ficar alertas, ao contrário dos descrentes que ficam dormindo, em relação às coisas de Deus. Devemos ficar alertas a fim de vivermos piedosamente até o Senhor voltar porque estamos na noite escura desta era maligna, que exige uma vigilância ativa contra o mal.
                                     O alerta ao qual os crentes são chamados não é de marcar datas, mas de esperar o Salvador.
Se a Igreja soubesse o dia ou a hora do arrebatamento, a iminência, a posição que os crentes pré-tribulacionistas têm em relação ao arrebatamento, seria destruída. A iminência bíblica ensina que Cristo pode, mas não precisa, vir a qualquer momento. Isso também significa que não há sinais que precisam ser cumpridos para o arrebatamento acontecer. Então, Cristo poderia literalmente vir hoje ou neste exato momento ou instante. Todas as tentativas de marcar datas destróem essa iminência. Se alguém ensinasse que o arrebatamento aconteceria num dia, mês, ou ano específico, então isso significaria que Cristo não poderia vir antes dessa data. E, assim, o arrebatamento não poderia ser iminente, já que Cristo não viria até essa data específica. A iminência é importante porque geralmente está relacionada a mandamentos de vida santa. Por isso, marcar datas também tem um impacto negativo na ética.
Ao mesmo tempo que marcar datas é claramente proibido na Palavra de Deus, acreditamos que é válido entender que Deus está preparando o cenário para Seu grande programa do fim dos tempos. O que isso significa? Como mencionamos anteriormente, o arrebatamento é um evento sem sinais, então é impossível identificar sinais específicos que indiquem sua proximidade. É por isso que todas as tentativas de datar o arrebatamento aplicaram erroneamente à Igreja passagens relacionadas ao plano de Deus para Israel. Um exemplo deste erro seria dizer que as festas de Israel (i.e., Rosh Hashanah) estão relacionados com a marcação da data do arrebatamento como observado acima. Mas, já que a Bíblia descreve os participantes, os eventos, e as nações envolvidas na tribulação final, podemos ver a preparação de Deus para os últimos sete anos das setenta semanas de Daniel para Israel.
Por exemplo, o fato de que Israel foi restabelecido como nação e agora controla Jerusalém é uma indicação forte de que a era da Igreja está chegando ao fim (Isaías 11.11-12.6; Ezequiel 20.33-44; 22.17-22; Sofonias 2.1-3). Mas isso só pode ser uma indicação geral, já que nenhum cronograma é dado especificamente para a atual preparação do cenário. Não podemos saber com certeza que somos a última geração antes do arrebatamento porque Deus pode resolver “preparar o cenário” durante os próximos 100 anos ou mais. O Dr. Walvoord diz corretamente:
Não há base bíblica para marcar datas para a volta do Senhor nem para o fim do mundo... Os intérpretes estão percebendo cada vez mais uma correspondência surpreendente entre a tendência óbvia dos eventos mundiais e o que a Bíblia previu séculos atrás.[1]
Jesus Cristo voltará! É nossa responsabilidade estar preparados para essa volta e para proclamar a salvação que Ele oferece, a fim de que outros também estejam preparados.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Céu o Inferno ?

O que é o Inferno?

Jesus no evangelho de Mateus falou mais sobre inferno do que sobre o céu dado o peigo desde lugar. Inferno é o lugar que representa a ira de Deus sobre a impiedade e o pecado. Mt 25:41 o inferno foi preparado para o diabo e seus anjos. Também em Mt 25:30 diz que é um lugar de pranto de ranger de dentes, istó é o lugar de maior sofrimento inimaginável onde o ser humano não é capaz de medir. Mc 9:49 lugar de sofrimento eterno onde o fogo não se apaga.  Mt 10:28 não devemos temer aqueles que matam o corpo mais aquele que lança o corpo e a alma no inferno. A alma é responsável por inteligencia, vontade, sentimento e percepção. Portanto quem for lançado no inferno vai ter domínio completo de existência, ai saber que está no inferno, vai ter domínio e percepção de existência, de sofrimento e dor das oportunidades que teve. O inferno em 2Pe 2:17 diz que é um lugar de densas trevas, sofrimento inimaginável em solidão,  significa que quem estiver no inferno não vai conseguir ver uns aos outros estando totalmente perdidos na escuridão, vai se ouvir urros, gritos e gemidos de lúcifer e dos bilhões de demônios mais todas as pessoas que não tinham seus nomes escritos no livro da vida Ap 20:15, e também diz em Ap21:8 (no final)a sua parte será no lago de fogo e enxofre.
Romanos 11:22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
Com que está a sua vida, que prática é a sua? Muitas pessoas pensam que ninguém vai para o inferno e que existe um lugar chamado “purgatório” de onde pagaremos pelos nossos erros. Acham que rezas e velas diminuirão o sofrimento , porém a palavra de Deus diz Hebreus 9:27 “Depois da Morte Segue-se o Juízo” Portanto é aqui nessa vida  que VOCÊ DECIDE o Caminho que Deve seguir, concerteza o Plano genial de Deus e que voce escolha ser Feliz com seu Filho Jesus cristo.aqui voce esta vendo  a diferença entre o céu e o inferno.

O que é o Céu?

Lugar onde Deus habita, no céu vai parar a medição do tempo, simplesmente virá a eternidade.
Ap 21:4 E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
Ap 21:5 E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.
Ap 21:6 E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.
Ap 21:7 Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.
Isso significa, extinção total da tristeza, plenitude total da alegria, extinção total da morte, plenitute da vida, estinção total de sofrimento plenitude de glória felicidade e saúde perfeita em eternidade em eternidade, de tempos em tempos. No céu as ruas são de ouro, são de cristais.
1Co 2:9 As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.
Rm 8:18 Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
1Co15:19 Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
Isso quer dizer que aqui nessa vida pode faltar muitas coisas (carro, comida, casa própria), mais no céu não vai faltar absolutamente nada pois é plenitude de vida e felicidade.
1Jo 3:2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos.
Em breveTeremos um corpo glorificado acima da limitação da matéria, no céu não vai haver separação. Seremos perfeitos e enfermidade nenhuma poderá nos atingir.Porque o Plano genial de Deus é Simplismente maravilhoso. Mais do que nunca chegou a hora de confessar a Jesus Cristo como nosso unico Senhor e salvador, Confesse ele agora e seja feliz.

Deus contigo Semore.

terça-feira, 10 de maio de 2011

IGREJA OU CRENTES? VOCE DECIDE.

IGREJA OU CRENTES?

Gostaríamos de introduzir este tema através de uma breve ilustração; esta é muito simples e encerra algumas verdades para cada um de nós. Vejamos o seu conteúdo:
Certo dia, alguém perdeu uma moeda; este tem a ideia de que foi ali que a perdeu! Mas, só que não sabe exactamente onde! No entanto, estava a procurá-la sob a luz do candeeiro público, do outro lado da rua.
Entretanto chega um amigo e, ao vê-lo assim, pergunta:
- O que é que perdeste que merece assim tanto cuidado?
O amigo, ao dar-lhe atenção, respondeu:
- Perdi uma moeda rara, de colecção!
O amigo, admirado, voltou a perguntar:
- Mas olha lá, já estás aí há muito tempo e não a encontras! Tens a certeza que foi realmente aqui, junto ao candeeiro, que a perdeste?
A resposta do outro não se fez esperar:
- Não, não foi propriamente aqui… mas ali, apontando para o outro lado da rua!
O outro, bastante admirado, perguntou:
- Então! Se não a perdeste junto ao candeeiro, porque é que a procuras aqui?
A resposta foi pronta e objectiva:
- Sabes porquê? Porque aqui há luz!

Não será exactamente o mesmo que se passará com a cristandade em geral? Todos estamos ansiosos para encontrar uma resposta cabal a todas as nossas ansiedades causadas pela nossa existência. De igual modo, desejamos encontrar a Verdade Bíblica! Tentamos, desesperadamente, achá-la e, nesta incansável procura, pensamos que esta estará, possivelmente, na confissão religiosa maioritária, no nosso País!
Esta confissão religiosa, aparentemente, tudo tem para possuir a Verdade, humanamente falando! Procuramos uma espécie de Verdade! Uma que melhor se adapte aos nossos interesses! A que queremos ouvir, e não a que se encontra, independentemente da nossa vontade e interesses de índole vária, unicamente nas Escrituras!

Contradição ou Aparência?
Ilustraremos tudo isto, por comparação, com certas palavras de Jesus, para que sintamos quanta verdade esta ilustração, acima descrita, encerra. Recordemos as palavras contidas no evangelho de S. Mateus e vejamos se têm qualquer paralelo com o que acabámos de dizer: “Todo aquele que se declarar por Mim diante dos homens, também Me declararei por ele diante do Meu Pai que está nos céus. Não penseis que vim trazer a paz, mas a espada à terra; não vim trazer a paz mas a espada. Porque vim separar o filho do pai, a filha da sua mãe e a nora da sogra; de tal modo que os inimigos do homem serão os seus familiares. Quem amar o pai ou mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem amar o filho ou filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não tomar a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim.” – S. Mateus 10:32-38; cf. S. Lucas 12:51-53
Agora, um outro texto: “(…). Então avançaram, deitaram as mãos a Jesus e prenderam-no. Um dos doze que estavam com Jesus levou a mão à espada, desembainhou-a, feriu um servo do sumo sacerdote, cortando-lhe uma orelha. Jesus disse-lhe: «Mete a tua espada na bainha, pois todos quantos se servirem da espada, à espada morrerão (…)»” – S. Mateus 26:50-52. (sublinhado nosso)
Esperamos não ser igualmente acusados de “literalistas psicologizantes fundamentalistas” por assim procedermos! Que quererão os textos significar? Será que Cristo apela à violência? Será esta a lição? Vejamos: “(…) não procuremos nele um teórico da não violência. Foi dia após dia, numa sucessão de decisões e por uma série de actos redentores, que Jesus triunfou da violência”; ou ainda “Não é que negue a defesa armada justa, mas porque ali, naquele preciso contexto, era imprudente ante a desproporção de forças e, principalmente, perante a inutilidade, pois tinha chegado «a sua hora»”.
Se olharmos os textos sob este ponto de vista, com uma ligeira conotação de violência, não será que estamos, francamente, a passar ao lado do real sentido dos textos, da sua coesão e coerência internas? Será normal Jesus, tal como acima foi explicado, ter estes sentimentos tão humanos que nós tão bem compreendemos? claro, que sim!
Como humanos que somos também temos os mesmos sentimentos! De igual modo, interpretaríamos assim os textos, tal como os acabámos de transcrever, nem mais nem menos! Mas esta é, repetimos, uma reacção tipicamente humana! Mas, insistimos, não devemos negligenciar a dinâmica do texto! Será que o seu pensamento era de cariz nacionalista, tendo em conta um hipotético bem-estar dos Seus seguidores contemporâneos ou futuros ou, antes pelo contrário, apresenta uma visão mais dilatada, ou seja a aceitação ou não do Seu ensino pelos homens? Ora vejamos: Quanto ao primeiro texto: “Jesus não deseja, de modo algum, criar barreiras e divisões familiares; mas constata que o efeito da Sua vinda ao mundo e a pregação da Sua palavra é a divisão! Ele exige que se tome posição: por ou contra.” Ou ainda: “Jesus talhou na dura rocha das realidades humanas um caminho novo, pelo qual ele passou por primeiro carregando sobre os seus ombros todas as exigências do reino de Deus: justiça social, transformação de instituições, tomada de posição pela verdade, regeneração individual. Eis os materiais que encontrou em volta dele entre os homens. Eis as pedras, a madeira e a areia com os quais construiu o Reino de Deus, sobre a terra (…)”.
Pensamos que os textos bíblicos apresentados não são contraditórios; pela simples razão que não têm como primeira preocupação a violência ou a não-violência! Mas comportam as consequências do ensino de Jesus que, por ele só, causa divisões a todos os níveis! E não será assim? Como compreender o tremendo ódio dos judeus acerca de Jesus? Faltou Jesus, porventura, alguma vez ao respeito a qualquer dirigente religioso da Sua época? Acaso foi menos cortês nalguma forma de tratamento? Se não foi, então porque se movimentaram sempre com o único propósito de O silenciar? Concorrência?
Como meros humanos, somos levados a pensar que sim! Mas, o que é que as Escrituras nos revelam? Leiamos, uma outra aparente contradição em Jesus: 1- “O mundo não pode odiar-vos, mas odeia-Me a Mim, porque faço ver que as suas obras são más” – S. João 7:7 (sublinhado nosso) ; 2- “Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, Me aborreceu a Mim” – S. João 15:18
Que nos diz o prezado leitor? Parecem contraditórios os textos, não é verdade? Mas não são, se os entendermos bem! Quanto ao primeiro texto o Senhor revela-nos duas verdades essenciais: 1-“ O mundo não pode odiar-vos (…)”! Claro! porque ainda não O conheciam, ainda não se identificavam com ele; ainda agiam e pensavam como os demais concidadãos; 2- “(…) porque faço ver que as suas obras são más” – eis a razão, a única, do seu titânico ódio por Jesus! Quanto ao segundo texto: a aparente contradição: “Se o mundo vos aborrece (…)”. Agora, parece que dá o dito pelo não dito! Mas o que Jesus está a dizer é muito simples: Neste momento da vossa evangelização, viveis no mundo, é verdade, mas já não sois dele! Já não pensais como ele, sois diferentes, conheceis novas directrizes – a plena vontade de Deus, o Pai – algo que os vossos concidadãos não querem conhecer! Agora, tal como Eu, ireis sentir na vossa vida o mesmo ódio, vós que tendes o meu nome – Cristãos! E, assim como eu faço, vocês também o deverão fazer, isto é, dizer que as suas obras são más!
Não será este o sentido das palavras de Jesus, quando disse: “Dei-lhes a Tua palavra, e o mundo aborrece-os porque não são do mundo, assim como Eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Eles não são do mundo como Eu não sou do mundo” – S. João 17:14-16? Claro!
Portanto, se quisermos seguir realmente a Sua Palavra, tal como está exarada nas Escrituras, certamente que iremos encontrar os problemas que Jesus referiu, porque os seus ensinos são diferentes dos que a sociedade e costumes humanos impõem! A ser assim, então estamos perante um dilema: 1- Ou estas não são palavras de Jesus, e como tal, deverão ser rejeitadas! 2- Ou a confissão religiosa que tradicionalmente seguimos, nada tem que ver com a Palavra de Deus! E porquê?
Em que é que eu tenho problemas por pertencer, por nascimento, a esta confissão religiosa professada pela maioria? De emprego, de amigos, de hábitos perniciosos a diversos níveis sociais e morais? Nada nem ninguém me diz nada! Antes pelo contrário! Se assim é, portanto, que revolução é que Cristo veio fazer; que espada, que dissensões veio trazer? Se nada de especial comigo se passa: Ou Jesus, afinal, nada veio trazer; ou não estou a seguir o que realmente Ele preconizou como modo de vida e condutas cristãs para todo aquele ou aquela confissão religiosa que se disser ser a Sua continuidade!
Se alguém começar a estudar as Escrituras e a interiorizar que deve amar e respeitar a vontade do amado – Cristo –, então quando começar a praticar o que aprendeu para agradar ao novo Senhor da Sua vida, Aquele que lhe deu o nome que usa – cristão –, então verá que o cristianismo, o ser verdadeiramente cristão, nada tem a ver com o que tinha feito, em termos de vivência! E o que é que passará a acontecer? Os amigos que até ali o acompanhavam, começam a não ter prazer na sua companhia! Eventualmente, não fuma, já não bebe bebidas alcoólicas, já não frequenta lugares menos recomendáveis, já não é companhia para sítios e vícios menos próprios! E porquê? Porque quer manter uma boa saúde e ser, em plenitude, cristão!!
Procedendo assim, já reparou, prezado leitor, a quantidade de perigos e derivados que o professo cristão evitaria? Quase que, estamos tentados a dizer que: se não fosse por mais, só por estas razões, já merece a pena ser CRISTÃO, não acha?! Portanto, o que é isto a não ser o reflexo, o genuíno cumprimento das palavras “(…) Não penseis que vim trazer a paz, mas a espada à terra; não vim trazer a paz mas a espada. Porque vim separar (…)”! Está a pregar a violência? Claro que não! Mas unicamente a apontar para o resultado a que chegará todo aquele que Lhe quiser ser fiel!
Em síntese, o cristão, se deseja sê-lo, deverá ser DIFERENTE! Vejamos: 1- “A dignidade da vida cristã, levada até à intransigência e à santidade, chocou profundamente os pagãos. A conversão exige uma mudança de vida e fornece os meios para a concretização dessa exigência”; 2- “Tertuliano pintou ao vivo o embaraço do cristão, solidário da vida da cidade, com as suas celebrações e as suas alegrias, que lhe ferem o senso moral e as convicções religiosas (…). Poderia um cristão frequentar ou aplaudir um espectáculo que ultrajava a moral e fazia corar o próprio pagão? Como recusá-lo sem atrair a atenção dos outros?” ; 3- “«É um bom homem, o Gaius Seius. Que pena que seja cristão!»”. Se assim foi no passado, prezado leitor, deverá ser diferente no presente?
Eis o repto diante de cada um de nós. O que é que iremos escolher?
qual o melhor caminho? amar ou odiar? Julgar e condenar, ou amar o Proximo? voce Ja decidiu, e Igreja ou e Crente, ou voce Conhece o Verdadeiro Mandamento do Senjor Jesus. o amor eterno. Deus contigo Sempre.